Publicidade em vídeo online instream e outstream: entenda como investir de forma assertiva

marcio

Os vídeos aumentam em até 54% o alcance de uma marca, segundo um levantamento da OptinMonster deste ano. Esse formato, aliado principalmente à plataforma mobile, onde o usuário brasileiro passa 73% de seu tempo online, segundo a comScore, é o protagonista mais uma vez.

Nesse crescimento exponencial, muito se discute sobre os diferentes modelos de veiculação audiovisual e seus respectivos benefícios para marcas nas estratégias de mídia. Os formatos instream e outstream são alguns dos mais pautados pelo mercado. Em alguns momentos até um em detrimento do outro.

Porém, é justamente o investimento equilibrado e adequado para cada objetivo que impacta e diferencia o resultado da ação. Isso sempre fez sentido, mas, na onda crescente da compra programática, é cada vez mais nítido.

Os vídeos instream, por exemplo, oferecem um inventário cada vez mais premium.  O formato é clássico, como os de televisão, o que facilita o planejamento. Se o anunciante precisa impactar o consumidor no momento em que está assistindo algum conteúdo de seu interesse, pode explorar os anúncios instream que são exibidos dentro do player do vídeo.

Assim, o usuário será impactado de qualquer forma, durante pelo menos os cinco segundos iniciais. Um conteúdo atrativo, claro, é o que faz o espectador seguir assistindo. Se o anúncio for veiculado de forma contextualizada e entendendo o interesse real time de quem assiste, através de uma análise do áudio do vídeo que está prestes a ser assistido, as chances desse impacto ser efetivo se tornam muito maiores.

Já o outstream, que ampliou sua participação no budget das principais marcas, impacta o consumidor com base no contexto em que está inserido ou em uma whitelist. Uma desvantagem ao qual o anunciante deve estar atento é que o formato, no entanto, pode aparecer junto com outros banners, em uma localização onde o usuário talvez não tenha muita atenção, e, muitas vezes, com autoplay ligado, sem som, que pode contabilizar como uma visualização sem que esteja sendo, de fato, assistido.

Com o aumento da audiência de vídeos online como um todo,  hoje em dia, os usuários retêm até 95% das informações em vídeo e apenas 10% em textos, diz um estudo da WordStream de 2018. Logo, investir nessa plataforma se tornou mais atrativo para as marcas, especialmente as que destinam parte do budget para a TV. Mas, na hora de escolher o melhor formato, é preciso avaliar o contexto da campanha para definir o mais adequado e, assim, ter um retorno sobre o investimento maior.

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