Watson, meu caro, quantas mudanças

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No último ano passamos a ler e ouvir muito sobre o avanço galopante do Machine Learning e da Inteligência Artificial.

De fato, não tem como não se entusiasmar com tantas possibilidades que a ciência de dados traz para a nossas vidas: desde o aumento da produtividade na agricultura até a otimização da cadeia de marketing e comunicação.

O ponto negativo é que essa evolução tecnológica traz junto teorias apocalípticas como o extermínio de postos de trabalho, de funções e de empresas extremamente relevantes nos dias de hoje.

Outro dia mesmo vi um vídeo que dizia que em 2025 marcas precisarão trabalhar comunicação para assistentes virtuais influenciarem as pessoas a tomar decisões a favor da marca.

Verdade ou não, o tempo irá dizer o quanto tudo isso acontecerá.

Falando especificamente sobre mídia, hoje na palestra vimos o impacto em inteligência de dados que o IBM/Watson trará para a atuação de mídia dentro das agências. A precisão de otimização gerada por machine learning em insights de conteúdo, com profundo conhecimento do consumidor, seu momento na jornada de compra e ambiente, é simplesmente impressionante.

Mas existe um elemento da boa e velha propaganda que orienta o nosso mercado e certamente será preservado: a criatividade.

Num mundo onde dados estarão amplamente disponíveis para quem quiser acessar, a tendência é termos uma uniformização do conhecimento, o que dificultará muito a diferenciação das respectivas estratégias.

Aí é que entra a mais humana das ciências e que tornará as agências cada vez mais relevantes: a criatividade na interpretação de dados, desenvolvimento da mensagem e posicionamento das marcas.

Só assim conseguiremos manter a atenção das pessoas quanto à relevância das marcas.

Viva a Inteligência Artificial! Viva a criatividade!

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