Os millennials vão matar a fidelidade às marcas?

Vamos voltar um pouco no tempo. Existiu um dia em que os nossos avós escolhiam suas marcas preferidas e ficavam com elas pelo resto da vida. Este processo de escolha, entretanto, era muito mais baseado na qualidade dos produtos, o que nem sempre foi um fator fácil de conseguir.

Nos dias de hoje, a maioria das empresas tem acesso aos mesmos processos de fabricação e insumos, diminuindo muito esse abismo que poderia existir em algumas categorias, como aconteceu no passado. O grande desafio é: se a qualidade é muito similar, o que fazer para posicionar a sua marca de uma maneira que não apenas gere vendas, mas também envolvimento e fidelidade com o público?

O que precisa mudar é a maneira como as marcas terão que trabalhar para fidelizar.

Outra pergunta essencial ecoa neste aspecto: como engajar e trazer para si um consumidor que agora tem diversos canais de contato com as marcas, alto nível de exigência com relação as suas demandas e não mede esforços para buscar sempre uma experiência melhor?

Para muita gente, os millennials estão matando a velha e boa “fidelidade com as marcas”. Um infográfico criado pelo site Rave Reviews e a agência NowSourcing, nos Estados Unidos, mostra que não é bem assim. A ilustração se baseia em diversos números sobre millennials, das mais variadas fontes. Alguns dados compilados contrariam essa tese de “morte da fidelização”. Ao que tudo indica, o que precisa mudar é a maneira como as marcas terão que trabalhar para fidelizar.

Exemplos?

  • 78% acham que as marcas hoje têm de trabalhar mais do que fizeram com os seus pais para ganhar a sua fidelidade.
  • 64% dizem que são tão ou mais leais a marcas que os seus pais.
  • 63% usam muitas ou todas as mesmas marcas que seus pais usaram.


Veja abaixo o infográfico completo e conheça o processo de evolução das gerações em sua relação com as marcas:

Redação Adnews

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