Saiba por que 2018 já é um ano histórico para a Grey

Preocupada em criar ideias que importem e não tenham cara de propaganda, a Grey tem se destacado cada vez mais no cenário brasileiro. Alinhada com a realidade digital, a agência da WPP Company escreve uma trajetória vitoriosa no Brasil. Criada no ano de 1917, em Nova York, a forma de fazer marketing direto pensada pelos seus idealizadores fez tanto sucesso que quase 100 anos depois ela continua a mudar a forma como as pessoas veem a publicidade.

Conhecida pela excelência de produção e a procura em desbravar novos caminhos junto com as marcas que atende, a Grey colhe este ano o vitorioso resultado de toda essa proposta. Celebrada no Festival Internacional de Criatividade Cannes Lions, a agência foi a brasileira que mais ganhou Leões, incluindo o Grand Prix na categoria Mobile do país.

A prova de que o escritório de São Paulo está no caminho certo veio em forma de reconhecimento: ele levou para casa (e seus clientes) um GP, um Leão de Ouro, dois Leões de Prata, 11 Leões de Bronze e 11 Shortlists. Com esse desempenho, a agência cravou a sua melhor performance dentre todas as edições e fez com que mesmo antes do ano chegar na sua metade, ele já seja histórico para ela.

Campanha premiadas

Durante os cinco dias de competições em diversas categorias na Riviera Francesa, a Grey ficou na frente em parcerias que tiram a propaganda do comum e a põe em outro patamar. Foi com essa proposta que ela levou o grande prêmio em um projeto que utilizou a criatividade para denunciar a corrupção brasileira de um modo transformador. Entenda o case com o vídeo abaixo: 

Além de criar saídas para a realidade nacional, a agência também chamou a atenção em com uma ação inédita para a Volvo que colocou a opinião do consumidor no centro da comunicação. Invertendo a ordem dos anúncios, a marca por confiar na qualidade de seu SUV, não se pronunciou sobre o lançamento, mas deixou o público falar sobre o produto. Confira a estratégia: 

Corajosa, a agência comandada por Marcia Esteves também chamou a atenção em uma peça para a empresa de alarmes Sekron. Na campanha, os criativos do escritório paulistano mostram diversas situações em que Deus está ocupado demais para cuidar da segurança da sua casa.

Agência mais criativa da Grey Network no mundo

Somadas todas as conquistas obtidas no Palais, a Grey se consagra a agência mais criativa da Grey Network no mundo, a mais premiada do Brasil e a brasileira mais inovadora do festival pelo terceiro ano consecutivo.

“Este resultado é a coroação do relacionamento que temos desenvolvido e aprimorado com todos os nossos clientes e parceiros, que nos tornam melhores todos os dias. É a premiação do nosso compromisso em fazermos trabalhos relevantes, que geram resultados para nossas marcas e transformam o nosso mercado, a sociedade, nosso Brasil. Estamos muito felizes”, comemora Marcia Esteves.

Animada com o desempenho de um ano que em poucos meses já é histórico, a agência convida amigos e pessoas interessadas em suas propostas a melhor seu trabalho. Em um movimento sobre contar suas vitórias e compartilhar sua cultura, a Grey abre suas portas para pessoas dispostas a fazer com que 2019 seja um ano ainda melhor para a propaganda que não se parece com propaganda.

Entrevista com Adriano Matos, VP de Criação da Grey

Diante de tantas conquistas, prêmios e coisas acontecendo, conversamos com um dos líderes destas transformações para que ele nos contasse um pouco do que ocorre dentro da agência. Confira abaixo o bate-papo:

O que o lema “Fazer uma propaganda que realmente importa” significa para a Grey?

Significa ser realmente relevante para o consumidor. A propaganda que importa se confunde com conteúdo, entretenimento, serviço, produto, cultura popular. Se parece com tudo, menos com propaganda. E é justamente por isso que as pessoas querem consumir. Essa propaganda jamais vai perder a importância. Pelo contrário, ela tem o potencial de transformar vidas, criar marcas fortes e, claro, girar ponteiros de venda.

Em apenas um ano a agência quase duplicou os leões em Cannes, como isso foi possível?

Acho que esse é o resultado de uma agência equilibrada. Temos um processo de avaliação de ideias bem estruturado, que coloca a barra lá no alto, mas ao mesmo tempo respeita e estimula as pessoas. Temos um ambiente extremamente colaborativo mas também competitivo e ambicioso, de forma saudável. Temos apoio da rede Grey para nos ajudar a evoluir as ideias, elevando-as sempre à sua melhor forma possível. Temos clientes incríveis que apostam nas nossas “loucuras”. Tudo isso junto forma uma agência vencedora. 

Como a cultura da Grey potencializa as ideias dos mais diferentes clientes?

A cultura da Grey é de integração. Todos juntos, somando expertises, talentos, esforços, com um único objetivo: colocar em prática as ideias ambiciosas e “desformatadas” que a gente cria. Acredito que esse é um ingrediente fundamental para potencializar nossas ideias.

Como foi ganhar o GP em mobile para o Brasil?

Foi sensacional. Mobile é o device mais importante do mundo. No Brasil, são 220 milhões de smartphones, mais do que um para cada habitante. Passamos em media 68 horas por mês no mobile. Usar essa poderosa ferramenta a serviço do combate à corrupção e da construção de um país melhor é extremamente gratificante.

Quais trabalhos e histórias vocês destacam nessa edição do festival?

Destaco os sensacionais Palau Pledge, Trash Isles e Nature Represented. São três projetos belíssimos de defesa do planeta e que, por coincidência, usam a força da lei para transformar o comportamento humano. Os três são geniais e adoraria ter criado cada um deles.

O que vocês esperam para o próximo ano?

Espero o que venho esperando da Grey desde que cheguei em 2015: que a gente consiga seguir criando trabalhos culturalmente relevantes, com o poder de transformar vidas, fortalecer marcas e gerar resultados. Tudo isso, é claro, sem que a gente deixe de se divertir porque trabalhamos na profissão mais prazerosa que conheço.

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