Por que eu não sou uma gênia?

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Ok, ok, é uma pergunta retórica. Não é preciso responder. Eu sei.

De qualquer forma, é a pergunta que sempre faço quando ouço, vejo e converso com pessoas geniais e fico babando com o que elas dizem. O que acontece com bastante frequência. Com uma frequência maior ainda quando vejo TED Talks.

Meu choque mais recente foi com o TED Talks do Dan Pink chamado “Dan Pink e a surpreendente ciência da motivação”. Se você ainda não assistiu, pare de ler esse artigo e corra para ver.


Nesse talk ele demonstra com dados e estudos que em determinadas atividades, naquelas em que os humanos não podem ser substituídos por máquinas, mais dinheiro faz com que a produtividade caia. Mais dinheiro, menor produtividade.

Na verdade, o que motiva e engaja as pessoas de três pontos fundamentais: autonomia (o desejo de direcionar nossas próprias vidas), mastery (o desejo de melhorar cada vez mais fazendo algo que importa), e propósito (o desejo de fazer o que fazemos a serviço de alguma coisa maior que nós mesmos).

O que é O-B-V-I-O. O que faz me voltar para a o título deste artigo. E agradecer todos os dias pela existência dessas pessoas que conseguem traduzir aquilo que pensamos, que nos encorajam a sermos melhores, maiores, e quem sabe, possamos assim, transformar o nosso mercado, começando pelo óbvio: criando ambientes felizes, saudáveis e que motivem as pessoas.

Marcia Esteves é co-presidente da Grey Brasil. Com o propósito de transformar a vida das pessoas e tornar o mundo um lugar melhor, através do marketing e da comunicação, ela tem levantado a bandeira de que a “mudança é a nova certeza”. É graduada em Comunicação Social pela FAAP, com especialização em Marketing pelo IED em Milão e MBA em Gestão Estratégica de Projetos na FGV. Também estudou em Boston e fez o primeiro Hyper Island Master Class de Digital Acceleration ministrado no Brasil.

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