2016 em filmes e séries

capitão américa

Muita gente pode querer esquecer o ano de 2016. Como por exemplo, os produtores de Max Steel e Orgulho, Preconceito e Zumbis, que foram dois dos filmes que tiveram os piores resultados de bilheteria do ano. Ou ainda produtores de séries como The Muppets ou Damien, canceladas após a primeira temporada. No cinema, obviamente quem comemorou bastante foi a Disney. O estúdio chegou a 2 bilhões de dólares de bilheteria nos Estados Unidos e mais de 6 bilhões globalmente. Já na TV, mesmo com uma segunda temporada que não agradou a crítica, Empire foi a série de maior audiência, segundo a Nielsen, em 2016.

No cinema, até o momento, Capitão América: Guerra Civil foi a maior bilheteria mundial. Atingiu 1.153 bilhão de dólares, motivo de comemoração para a Marvel e para a Disney. Aliás, das cinco maiores bilheterias do ano, quatro eram da Disney: Capitão America ( em conjunto com a Marvel),  Procurando Dory em segundo com 1.027 bilhão, Zootopia  em terceiro com 1.023 bilhão e finalmente Mogli – O Menino Lobo  em quarto, com 966 milhões. O único não-Disney da lista está em quinto lugar, Pets: A Vida Secreta dos Bichos, da Universal, com 875 milhões.

Já entre as séries da TV com roteiro, ou seja, que não incluem os realities, jogos de futebol americano, etc, além de Empire, entre os 10 primeiros estão The Big Bang Theory (em sua nona temporada), o retorno de Arquivo X, que rendeu números surpreendentes no início do ano, Grey’s Anatomy, que mesmo depois da saída de tantos membros importantes do elenco (como Patrick Dempsey) continua firme e forte em sua 12ª temporada, e finalmente o outro enorme sucesso da criadora Shonda Rhimes, How to get Away with Murder.

Além disso, Game of Thrones continuou a ser a melhor coisa produzida na TV atualmente, se dando ao luxo de reviver Jon Snow (Kit Harrington). Ainda nesse ano, The Walking Dead salvou Glenn (Steve Yeun), para depois demorar seis meses para revelar que ele era uma das vítimas de Negan, uma fantástica interpretação de Jeffrey Dean Morgan. Já entre as mulheres, Sarah Paulson brilhou em American Horror Story e em American Crime Story, para mim a atuação mais inesquecível do ano.

No cinema, a grande descoberta foi como Ryan Reynolds pode ser engraçado em Deadpool, já Michael Shannon, um ator que normalmente acho exagerado, fez um Elvis (sim, o The King) incrível em Elvis e Nixon. Enquanto isso, Amy Adams comprovou que é uma das melhores atrizes da atualidade tanto em A Chegada quanto em Animais Noturnos.

Na TV foi também o momento de dar adeus a grandes séries, que vão fazer muita falta. Penny Dreadful, e a maravilhosa interpretação de Eva Green; The Good Wife (ainda não sei como será a vida sem Alicia Florrick) e Masters Of Sex, que poucos viram, mas era excelente.

2017 virá com grandes e esperadas sequências no cinema: Transformers, Velozes e Furiosos, Homem-Aranha, Guardiões da Galáxia,  Prometheus 2, Piratas do Caribe, Guerra Mundial Z, Planeta dos Macacos, Blade Runner e... Star Wars: Episódio 8.

E, é claro, como será a reunião de Daenerys e Jon Snow em Game of Thrones? Mal posso esperar...

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