A volta do sucesso de Stranger Things

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No ano passado me lembro de ter lido uma matéria do Business Insider que dizia que a primeira temporada de Stranger Things havia sido uma das séries mais vistas da Netflix. A medida havia sido feita por uma empresa chamada SymphonyAM, que analisa os resultados da empresa, mesmo que ela não os divulgue.

Na ocasião, o estudo dizia que 8,2 milhões de pessoas haviam visto a série nos primeiros 16 dias nos Estados Unidos. Isso a colocava adiante de projetos caros como as séries feitas em parceria com a Marvel, House of Cards e Narcos. Só perdia para a estreia de Fuller House e a última temporada de Orange is the New Black.

Stranger Things começou como um projeto pequeno na empresa. Afinal, segundo o produtor, ele já havia sido rejeitado de 15 a 20 vezes por outros canais, antes de ser aprovado pela Netflix. Mas, assim como o posterior 13 Reasons Why, o boca a boca e as redes sociais foram o suficiente para transformá-lo nesse sucesso incrível. Todo o mundo amou as referências aos filmes dos anos 80 - E.T., Conta Comigo, Poltergeist, Os Goonies, Contatos Imediatos do 3º Grau - , as crianças se transformaram em famosos, especialmente a ótima Millie Bobby Brown (Eleven), e a série ganhou vários prêmios. Com isso, era natural que viesse uma segunda temporada (e aparentemente mais duas já estão aprovadas), que tem seus nove episódios disponibilizados de uma vez a partir de hoje (27) na Netflix.

A história começa um ano depois de tudo o que aconteceu na primeira temporada. É Halloween na cidade, e os meninos irão vestidos de Caça-Fantasmas (lógico). Will (Noah Schnapp) voltou a fazer parte do grupo, apesar de algumas coisas estranhas estarem acontecendo com ele. Afinal, já na última cena da primeira temporada, teve aquela cena final, na linha de Carrie – A estranha, quando Will tinha uma cena no espelho que deixava bem claro que a situação não estava resolvida. E, é claro, Eleven também retorna.

Como se pôde ver pelos trailers já divulgados da nova temporada, ela provavelmente será mais assustadora. Isso foi ressaltado pelo produtor executivo Shawn Levy numa entrevista para a Vanity Fair: “A ameaça, que na primeira temporada era para Will Byers, cresceu. Will continua a ser o centro das ameaças e desafios. E eu creio que no geral, as forças do mal que estarão presentes farão com que o Demogorgon (o monstro da primeira temporada) pareça pitoresco em retrospecto.” 

O elenco também aumentou para a nova temporada, e para qualquer um que conhece o cinema dos anos 80, terá mais atrativos ainda. Sean Astin, do elenco de Os Goonies, grande fonte de inspiração da primeira temporada da série, será um namorado de Joyce (Winona Ryder), o que provocará provavelmente muitos conflitos com o xerife Hopper (David Harbour). Também estreando na série num novo personagem está Paul Reiser, que era um  representante dos “chefes”, que se revelava um vilão em Aliens – O Resgate. Aqui ele será o Dr. Owens, que trabalha no Departamento de Energia, e estará na cidade para “limpar” tudo o que aconteceu no ano anterior. Ou seja, é o ator perfeito para você se perguntar se ele é confiável ou não.

Ah, e a notícia ruim fica para os fãs de Barb (Shannon Purser). Segundo o produtor, Matt Duffer, se há possibilidade dela reaparecer de alguma maneira, “eu não consigo ver isso acontecendo”!

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