Com ‘A Praça é Nossa”, SBT fica 85% acima da Record

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Se você engrossa o coro de que "A Praça é Nossa" faz as mesmas piadas há 40 anos, entenda que a massa adora bordões. Quase como um comportamento infantil (as crianças gostam de ver várias vezes o mesmo filme e desenho, até conseguirem adivinhar a fala seguinte de seus personagens prediletos), o público se apega a bordões e ao prazer de saber como cada esquete vai terminar. Não deixa de fazer sentido que nesse plano de tamanhas inseguranças - social, financeira e moral - os mais conservadores prefiram rir com a convicção de quem conhece o final da história, nem que seja num programa de humor.

Dito isso, vamos aos números: o tradicionalíssimo banco de Carlos Alberto de Nóbrega ainda é um dos programas do SBT que levam a melhor sobre a Record, não só no Painel Nacional de TV (PNT) do Kantar IBOPE Média, mas também na Grande São Paulo. E isso tem se configurado em um placar bastante vantajoso para a TV de Silvio Santos. 

"A Praça É Nossa” encerrou o mês de novembro de 2016 com 8,5 pontos de média, índice 85% superior ao registrado pela Record, que no mesmo período e faixa horária marcou 4,6 pontos de média.

Na Grande São Paulo, onde cada ponto corresponde a 69,4 mil domicílios, a atração semanal fechou o placar o mês em 8,8 pontos, ante 5,7 da Record, vantagem menor que no PNT, mas nada desprezível, deixando a TV de Edir Macedo com uma fatia 57% inferior à sua. No Rio, a vantagem do SBT diminui um pouco mais (20%), mas ainda prevalece. Em novembro, na praça carioca, " A Praça" fez 103 pontos, ante 4,7 da Record. 

Em todas essas situações, a Globo continua liderando e deixando o round mais apertado para as outras duas redes.

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