Até 2020 quase todo tráfego da internet será de vídeos online

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O consumo de conteúdo online está tomando proporções de TV. A publicidade online movimentou mais de R$ 9 bilhões só em 2015, sendo destes mais de R$ 1,03 bi investidos em mídias com vídeos digitais. Em 2016, a receita de mídias digitais alcançou a marca de R$ 10,4 bi, um crescimento de 12%.

Os dados são de estudos recentes do IAB e da Comscore, ambos órgãos que monitoram e trazem a realidade no que acontece no ambiente digital. O momento é de transformação, onde o novo consumidor está mais conectado do que nunca e não aceita mais ficar preso a padrões pré-estabelecidos pelos grandes grupos de comunicação.

O formato que está puxando a fila é o vídeo online. De acordo com uma pesquisa divulgada pela CISCO, 80% do tráfego de dados da internet será fazendo uso de vídeos. Outro dado interessante do estudo mostra que os gastos com anúncios em vídeo para smartphones em 2016 (US$ 10 Bilhões) superaram em 23% o montante investido no ano anterior.

O potencial de impacto de marcas, sejam elas voltadas a quaisquer segmentos, cresce junto com a adesão do público ao novo formato. Segundo Celso Augusto Forster, cofundador da plataforma de streaming para transmissões de shows ao vivo ClapMe, o mercado como um todo está acordando para essa realidade.

Um bom exemplo disso foi a ação que o ClapMe realizou em parceria com o Ponto Frio, em função da Black Friday, em novembro de 2016. A iniciativa contou com a participação do apresentador e humorista Sergio Mallandro e alcançou a incrível marca de mais de 4 milhões de visualizações - tendo picos de 10 mil espectadores simultâneos (um recorde entre as marcas anunciantes de varejo no Facebook)

“'Impressiona o impacto e engajamento da audiência com o vídeo online, que é ainda maior nas transmissões ao vivo como fazemos para diversos artistas e marcas em suas fanpages. O salto de qualidade torna a experiência única, tanto para o fã (que busca a todo instante novas formas de interação e se aproxima do ídolo), quanto para os potenciais clientes e consumidores das marcas que promovem seus produtos e serviços - estreitando o laço emocional com a audiência”, conta Forster"

Só nos Estados Unidos, a projeção até 2019 para investimento com ações voltadas a propaganda de vídeo digital mostra que o mercado deve bater a marca de US$ 14 Bilhões. Quase metade desse valor, deve ser destinado ao vídeo mobile.

 

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