Estudo faz mapeamento das maiores marcas brasileiras no Facebook

A revolução digital mexeu profundamente com o mercado de comunicação e a propaganda convencional. Se antigamente as marcas encontravam o caminho livre para invadir a mente e o coração das pessoas, na era do on demand e das redes sociais a audiência está cada vez mais fragmentada, num movimento que alguns especialistas chamam de "a era da dispersão".

Nesse contexto, o verbo "engajar" ganhou força e o caminho mais adequado para praticá-lo talvez seja fazer parte da vida dos consumidores. E onde essas pessoas estão? Provavelmente no Facebook. Não à toa, a rede social criada por Mark Zuckerberg fechou o ano de 2015 com 1,59 bilhão de usuários e lucro recorde, que bateu a casa de US$ 3 bilhões no ano.

E não parece impensável que uma marca relevante mantenha sua página sem atualizações e conversas com o público? Pode parecer, mas isso existe. Pelo menos é o que aponta um estudo feito pela agência It’s Digital, que mapeou 1156 marcas ativas de 110 segmentos diferentes do mercado entre novembro de 2015 e janeiro deste ano.

Entre as descobertas, está a de que 1 em cada 4 marcas não tem presença regular na plataforma, e apenas 51% delas tem posts diários. No quesito relacionamento, mais surpresas: apenas 41% respondem ao público diariamente, sendo que em 23% a página nunca responde ou se relaciona com seus seguidores.

"Estas são as maiores marcas do país e do mundo, e ainda assim muitas delas não têm uma presença estruturada no Facebook, o que é no mínimo curioso" comenta Lucas Couto, CEO da It’s Digital.

Em relação ao conteúdo, quase metade das páginas publica apenas posts publicitários, sem oferecer nenhum conteúdo adicional ao público, um erro na visão da agência. Além disso, quase 30% das páginas não tem identidade visual estruturada, resultando em uma apresentação negativa para a marca.

Abaixo você confere alguns resultados da pesquisa. Para conferir o trabalho completo, clique aqui

[Clique nas imagens para ampliá-las) 

Redação Adnews

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