Público na web satiriza butique que revende roupas no Brás

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Reprodução: Instagram

A internet mudou totalmente a relação entre marcas e pessoas. Se antes o consumidor tinha que se esforçar muito para observar o movimento das empresas e fazer com que as suas reclamações fossem ouvidas, atualmente há um monitoramento quase que intermitente do público que navega pelas redes sociais.

O mais recente caso polêmico aconteceu nesta semana, com a butique de luxo da estilista Andressa Leão. Algumas pessoas começaram a compartilhar por plataformas sociais e aplicativos de mensagens que parte das roupas comercializadas pela empresa foram compradas nas regiões do Brás e Bom Retiro, em São Paulo, bairros famosos pela venda de roupas com preços mais baratos que os shoppings da cidade.

Segundo informações publicadas no portal O Dia, o custo da mercadoria que vem diretamente do fornecedor varia entre 59,90 a 119,90 reais. Já na loja de Andressa, as mesmas peças podem custar 500 reais ou até mais, dependendo do item.

Para responder as críticas, a loja publicou um post no Instagram, onde admite que 70% das peças são feitas na empresa e o restante da produção é terceirizado. “Essa é uma prática comum no mercado de moda”, diz o comunicado.  

Sobre informações distorcidas que estão circulando, a loja Andressa Leão esclarece que a marca possui produção própria desde a sua fundação e, hoje, emprega cerca de 30 colaboradores responsáveis pela produção de 70% da loja. As demais peças são produzidas em parceria com fábricas nacionais que terceirizam a produção, como fazem também grandes grifes e lojas do semento. Essa é uma prática comum no mercado de moda e existem empresas especializadas em produzir especialmente para as marcas.  A equipe Andressa Leão esclarece ainda que tem expectativa de expandir sua produção própria , aumentando assim o número de empregados no Estado do Piauí, contribuindo para com crescimento do setor da Moda em nossa região.

Uma publicação compartilhada por Andressa Leão Store (@andressaleaostore) em

Para parte do público, os esclarecimentos não surtiram efeito. Em praticamente todos os perfis da marca nas redes sociais, os seguidores ainda continuam fazendo piada com as supostas roupas compradas no Brás. Vale acompanhar o caso para saber como a butique vai agir diante da situação.

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