Sobe mais uma hashtag que chama atenção à recorrência do assédio

metoo

Este ano não foi muito fácil para as mulheres. Além da crise que assola a todos, ao longo de 2017 diversas hashtags foram criadas para chamar atenção para o assédio vivido pelas mulheres, não só por aqui, como também ao redor do mundo. #PrimeiroAssédio mostrava o quanto desde tão jovens, as meninas já passam por situações do tipo, #ChegadeAssédio, quando atrizes globais apoiaram o caso ocorrido entre José Mayer e a estilista Su Tonani, #MexeuComUmaMexeuComTodas também foi outra tag que subiu diante do mesmo caso. E também o #MeuMotoristaAssediador, em reflexo ao ocorrido no Uber. As ocorrências são diversas e o gatilho da vez, que resultou na criação de mais uma sobre o assunto. A hashtag #MeToo, ou #EuTambém, que subiu no Twitter no desenrolar da alegação do mais recente caso de assédio a ganhar atenção midiática. No caso, este, envolve produtor de Hollywood, Harvey Weinstein e, segundo a BBC, ganhou apoio após a publicação da # pela atriz americana Alyssa Milano, no domingo.

O post da atriz foi respondido por mais de 30 mil usuários (entre mulheres e alguns homens) e levou mais de duas dúzias de mulheres - entre elas as atrizes Angelina Jolie, Gwyneth Paltrow e Debra Messing – a também revelarem suas acusações contra ele, incluindo violações e agressões sexuais. Mas não foi só no twitter que a tag subiu, aos poucos, com apoio também de marcas, ela foi aparecendo no Facebook e Instagram. Veja alguns dos comentários. 

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