Gafes que reacendem debate sobre a qualidade da televisão

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A cobertura ao vivo do Carnaval é sempre um desafio para as emissoras de TV, principalmente porque a alegria e a exaltação dos foliões nas festas podem resultar em cenas e polêmicas não previstas pela produção. Uma delas, inclusive, reacendeu as discussões sobre a qualidade de exibição de conteúdo na televisão brasileira nesta semana.

Na cobertura da festa, a RedeTV! deixou escapar ao vivo uma imagem do ânus da modelo Ju Isen, que estava sem roupa e apenas com o corpo pintado. Amplamente compartilhado e comentado nas redes sociais, o assunto rendeu ainda o pedido de demissão de Elias Abrão, superintendente artístico da RedeTV!.

Apesar da viralização do vídeo através das redes sociais e a repercussão das cenas em praticamente todos os lugares, esse não foi o único barraco que gerou debates a respeito do nível da televisão brasileira nos últimos anos. A diferença, entretanto, é que há alguns anos ainda não existiam as redes sociais para aumentar a polêmica.

Um dos casos clássicos foi o sushi erótico exibido no Programa do Faustão, em 1997. Nele, os atores Oscar Magrini, Márcio Garcia e Matheus Rocha participaram de um quadro em que a iguaria japonesa foi servida no corpo de modelos nuas. 

Outro episódio que fez eclodir debates sobre a TV brasileira ocorreu em 2003, quando o repórter Wagner Maffezoli entrevistou, para o Domingo legal, supostos membros da organização criminosa PCC. Os falsos bandidos anunciaram ameaças de morte aos jornalistas José Luiz Datena, Marcelo Rezende e os comentaristas de futebol Milton Neves e Oscar Roberto de Godoy.

É evidente que esses são apenas alguns dos eventos que provocaram reflexão sobre a programação da TV aberta, mas não são os únicos. Lembrou de outros? Poste aqui nos comentários. 

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