Skol convida mulheres para dizerem como gostariam de se ver nas campanhas de cerveja

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A Skol acredita que para evoluir e promover mudanças reais e significativas é preciso, antes de tudo, escutar. Para isso, durante todo o mês a cerveja decidiu contribuir de maneira significativa nesta empreitada. Se reuniu com um time 100% feminino e ouviu suas opiniões, olhares e seu entendimento de representatividade. A conversa deu início a um projeto que tem como princípio máximo escutar “as minas” e amplificar suas opiniões.

O movimento acontece de forma completamente interativa nas redes sociais de Skol. Já está aberto um espaço para que as mulheres deem suas opiniões e digam o que gostariam de dizer em propagandas de cerveja. Estas opiniões serão transformadas em um novo filme, que vai ao ar na TV aberta no fim do mês, em 25 de março. A produção levará frases das participantes, amplificando a voz dessas mulheres.

Um filme bastante significativo foi escolhido para recriar e iniciar o projeto “Escuta as Minas”. Em 2002, a campanha chamada “Paquera” foi ao ar em TV aberta e mostrava uma moça de biquíni na praia que tentava, com gestos, se comunicar com um rapaz. Ela não era entendida ou ouvida. Confira o filme criado pela agência Soko.

A mensagem do filme, 16 anos depois, reflete perfeitamente a discussão que a marca quer amplificar: por que as mulheres não são compreendidas na publicidade? E mais, por que não são ouvidas? Nas redes sociais de Skol a pergunta já foi lançada, o post foi visto por 7.6 mil vezes e compartilhado outras 66 vezes. Confira aqui

Por isso, na versão de 2018, nomeada “Bar”, a cerveja deu voz às mulheres, garantindo uma representatividade real e colocando as mulheres onde elas sempre deveriam estar: como protagonistas, bebendo uma Skol gelada e não mais servindo, como acontecia no passado. Afinal, lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive, no bar.

A diretora responsável pelo filme, Georgia Guerra-Peixe, que atua há mais de 20 anos na área de cinema e filmes publicitários, escolheu uma equipe 100% feminina para a produção.  Desde a direção até núcleos mais associados ao universo masculino, como eletricista e bombeira, todas são mulheres. Mais uma forma que Skol encontrou de amplificar a participação da mulher na publicidade em todos os processos e responder a uma real necessidade de ampliar a discussão sobre o machismo, preconceito muito presente no dia a dia dos brasileiros.

Maria Fernanda Albuquerque, diretora de marketing de Skol, comenta a ação: “No momento em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, mais do que se posicionar, é de extrema importância ouvir, escutar o que as mulheres têm a dizer para assim promover discussões capazes de inspirar mudanças reais na forma como a mulher é retratada na publicidade. Dar voz às mulheres, amplificar o que elas têm a dizer e fazer com que o Brasil todo escute, é o que queremos com este projeto. Afinal, quando a gente escuta as minas e se une ao mais diverso número de pessoas, é o que faz o mundo ficar muito mais redondo e igualitário”.

A pesquisa Skol Diálogos, feita pelo IBOPE Inteligência, constatou que todas as formas de preconceitos – machismo, racial, LGBTFOBIA, estético - estão presentes no cotidiano do brasileiro, sendo praticado ou presenciado. Mas é o machismo que está presente no cotidiano de 99% dos brasileiros ouvidos, sendo que 61% admitem que já pronunciaram algum comentário desrespeitoso contra as mulheres, mesmo que a maioria não reconheça que tenha atitudes machistas.

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