Trump comenta campanha anti-racismo da Nike

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Envolvido em diversas polêmicas desde 2016, como protestos contra injúrias raciais nos EUA durante um jogo, Colin Kaepernick perdeu diversas oportunidades em times por ser considerado por muitos um “agitador”.

Alinhada às causas raciais, a Nike entendeu o espírito do ex-quarterback e convidou-o à participar da campanha que comemorava os 30 anos do “Just Do It” (Confira aqui), que reverberou em diversos lugares. No entanto, a campanha foi motivo de protestos em diversos locais e chegou aos olhos de Donald Trump, que aplicou à ação severas críticas.

Na época do primeiro protesto de Kaepernick, em campo, quando se ajoelhou durante o hino nacional americano, Donald Trump descreveu a medida como desrespeitosa ao país, à bandeira e ao hino. Seu pensamento foi seguido por tantas pessoas e empresas que o jogador perdeu o emprego após o ocorrido.

Na última terça-feira, (04), Colin compartilhou em suas redes sociais o anúncio com a Nike, em que havia os dizeres “Acredite em algo, mesmo que isso signifique sacrificar tudo”, e, novamente, foi bombardeado por Donald Trump.

Na última polêmica, o presidente comentou abertamente que a Nike “está passando uma mensagem terrível” e “não tinha razão para coloca-lo como referência na propaganda”. Diversas pessoas têm pedido boicote à marca, mas, em contraponto, a popularidade do ex-jogador da NFL e da própria empresa cresceu de forma positiva desde então.

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