Após investigações Martin Sorrel deixa WPP

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	Martin Sorrell e Al Gore (Cannes/ Divulga&ccedil;&atilde;o)</p>

Depois do início de investigações diante de alegações de má conduta pessoal, Martin Sorrel, fundador da WPP, maior grupo de publicidade do mundo, renunciou ao cargo de diretor-executivo da companhia.

Sorrell tranformou a WPP em uma marca global durante os 33 anos que ficou sob seu comando, mas foi acusado de abusar dos ativos da empresa, fatos negados pelo empresário. O profissional anunciou a saída após a notícia de que a investigação sobre o assunto havia sido concluída. De acordo com a empresa, “a alegação não envolveu quantias significativas”. 

"Quando olho para frente, vejo que a atual interrupção está simplesmente exercendo muita pressão desnecessária sobre o negócio", disse Sorrell em um comunicado à equipe da WPP. “É por isso que decidi que, no seu interesse, no interesse de nossos clientes, no interesse de todos os acionistas, grandes e pequenos, e no interesse de todos os outros interessados, é melhor eu me afastar. " O presidente Roberto Quarta liderará a empresa até que um novo executivo chefe seja escolhido.

O Grupo WPP está presente em 113 países e tem 200 mil funcionários globalmente, 6 mil deles aqui no Brasil. Agências como a Y&R, Ogivly, Newcomm, Grey Brazil e Wunderman fazem parte do guarda-chuva do grupo. Fazem parte do portfólio de clientes marcas como Vivo, Shell, Magazine Luiza e P&G.

 

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