Como é estar e ser parte dx Path Festival?

festival path

2 dias entre palestras, shows, filmes, workshops, conexões e encontros. 400 horas de conteúdo, 30 espaços e um bairro em São Paulo transformado, sem fôlego, transpirando (apesar do frio de 8 graus), exalando novidades e tendências. Bem aos moldes do SXSW que acontece anualmente em Austin, no TX, mas com uma pegada mais leve e solta, conforme a ginga brasileira.

E pessoas. Muitas pessoas. Diversidade e convergência. Um verdadeiro show de homogeneidade, heterogeneidade e transitividade. Gente ávida por conhecer e saber mais sobre esse mundo borbulhante da informação. Gente sedenta por conhecimento, cultura, inspiração, transformações e por mudanças. Gente capaz de multiplicar visões, criando ilimitadas formas de argumentação, documentação e discussão. Gente aberta ao mundo, propondo-se a compartilhar e experimentar o novo, provocando pensamentos, ideias e atitudes.

Abaixo paredes. Abaixo preconceitos. Abaixo as divisões e segregações: não a cores, raças ou sexo. Somos todos constituídos pelos mesmos elementos, sangue, ossos, músculos, órgãos, células, moléculas, átomos, coração e almas. Temos todos os mesmos sentidos: tato, olfato, audição, visão e paladar. E caminhamos todos para o mesmo sentido: adiante, pra frente, ao futuro, na era do tudo junto e misturado.

Nesse mundo, a tecnologia e a inovação se misturam e não tem sentido algum, sem os humanos. Nas telas, a comunicação se sobrepõem. O conteúdo se relaciona, fala o que as pessoas pensam, diz o que as vozes silenciam, captam o que não percebemos. 

Como é ser parte dx Path?

Em um mundo que está em constante transformação, onde os ideais estão transmutando, os comportamentos e hábitos se alterando e até os ícones metamorfoseando, imagine só o que pode ocorrer com os negócios? 

No Path, assim como no mundo, o inconformismo é o que move, as minorias ganham força, as rupturas ocorrem. E essa causa é legítima. Precisaremos mudar muito para aprender a viver melhor e até para sobreviver.

Eu acredito, mais do que nunca, em trabalho co-criado, em ambientes onde a liberdade substitui a hierarquia, em uma sociedade onde o respeito e a ética imperem, onde o medo dê lugar ao risco, onde haja espaço (e atenção) para novos mind sets e em um futuro com mais sons e menos telas.

Precisamos transformar a relação entre marcas e pessoas, compreendendo, de uma vez por todas, de que elas não querem ser mais tratadas como consumidores e sim, como gente.

Que estejamos dispostos a fazer as coisas de um jeito único, com vontade de mudar o nosso mundo e estimular os profissionais a reinventar a comunicação, buscando relações mais transparentes, sustentáveis e colaborativas, onde “GENTE”, seja o foco principal, como também a maior paixão e a base de toda inspiração.

Por Catharina Gatz Birle ou Cathy, formada em comunicação pela Universidade Anhembi Morumbi e especialista em Business Development que atua como new business em diversas empresas do segmento de publicidade, incluindo Adnews. Fundadora e idealizadora da The Owl Strategy, uma agência de co-criação baseada em Washington D.C., é apaixonada por inovação, empreendedorismo, sustentabilidade e por gente.

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