Facebook anuncia complexidade de prevenção de interferências eleitorais

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O Facebook anunciou recentemente que seu esforço para prevenir interferências eleitorais nas próximas eleições do Brasil e EUA é comparável à uma das mais radicais mudanças da história da empresa: a migração do computador para o celular em 2011.

A origem deste esforço estratėgico teve início quando Donald Trump foi eleito em 2016. Segundo Samidh Chakrabarti, diretor das eleições e compromisso cívico, durante teleconferência “Será o maior esforço transversal de todos os departamentos da companhia desde a passagem do computador para os celulares”.

Com isso, Chakrabarti tenta refletir a importância que o Facebook da à sua imagem atual. Segundo perfil recente da revista New Yorker, Mark Zuckerberg expulsava de seu escritório quaiquer pessoas que não pensassem na transição para o mobile, logo, é possível inferir da fala do diretor que o fundador do Facebook está disposto á escutar muito sobre segurança eleitoral.

Além de tudo, Samidh anunciou também a criaçāo de uma war room física em Menlo Park para a “tomada de decisões em tempo real” com funcionários de todos os setores do Facebook. Ele procura explicar o tamanho do desafio ao dizer que mais de 1,3 bilhão de contas falsas foram excluídas ou bloqueadas, a rede social criou também um sistema de segurança duplo para os funcionários de campanhas políticas estaduais e federais que usam a rede, com o objetivo de evitar que as contas sejam invadidas.

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