Pesquisa mostra panorama de social Ads no Brasil

estudo social ads

Marcio Gonçalves, que é doutor em ciência da informação, desenvolveu em conjunto com o especialista em marketing Alexandre Nunes, uma pesquisa com os profissionais do setor de mídia para acompanhar o painel do mercado de social Ads no Brasil. O estudo, que já na sua terceira edição, enxerga “uma época de grande ascensão de investimentos de mídia em canais digitais, especialmente as redes “sociais”. Aqui, você confere um compilado com outros resultados:

Na contramão de muitos mercados, repletos de homens, o ambiente de Social Ads tem uma divisão quase equiparável entre homens e mulheres: 48,9% das profissionais são mulheres, o número é, segundo o estudo, “extremamente válido diante de um mercado machista”.

O profissional mais lembrado como referência no mercado de Social Ads foi o internacional, Joon Loomer. Sobre os profissionais brasileiros nomes como Fábio Prado Lima, Luciano Larrossa, Camila Porto, César Venâncio, Kauê Krischnegg e Dominique Morais foram citados.

Sobre as competências importantes aos referidos foram lembradas em 80,7% estar atualizado em novas tendências, 76,1% deles, a busca constante de aperfeiçoamento é importante, 68% deles considera conhecimentos avançados de Social Ads relevante, o entendimento do comportamento do consumidor foi citado por 52%, ser criativo foi a resposta em 51,8% dos casos, conhecimentos avançados de redes sociais foi a indicação em 50,5% deles.

Para Fabio, “das [qualidades] destacadas, considero a ‘busca constante de aperfeiçoamento’ a mais importante, mas todas as demais, sem dúvida nenhuma também são essenciais”. De acordo com os próprios profissionais o ‘bom profissional’ da área é alguém mais técnico e metódico.

O AdNews foi citado como “uma das principais fontes de informação”, referência para estes profissionais, assim como grupos de discussão nas redes sociais, além do blog da Resultados Digitais, Proxxima e Viver de Blog.

Ao tomar “os principais objetivos de campanha” como objeto de observação, os participantes da pesquisa veem a ausência de intenção em fazer relação direta com lojas físicas. O que para a pesquisa, acontece “afinal, muitas das pequenas empresas não se dão o luxo de investir montantes em construção de marca, e às vezes não possuem um site para vender on-line”, o texto salienta que “nosso PIB é influenciado diretamente pelas micro e pequenas empresas, que segundo o SEBRAE geram 27% do PIB do Brasil”.

Para Fabio Lima ainda precisamos caminhar em algumas estradas: A da coragem “para convencer prospectos de que a mídia online pode ser excelente para gerar resultados”, por exemplo, assim como o “estímulo à busca de mais meios de mensuração de resultados”.

Sobre projeções futuras, Fabio acredita “que seja uma área cada vez mais qualificada e preparada para entender e atender às necessidades de inúmeros negócios, pequenos, médios ou grandes que ainda não acordaram para essa nova realidade. ​ Com mais qualificação e entrega de resultados, fazer um anunciante que só investe em mídias offline ou tradicionais migrar investimentos para o digital é muito mais fácil. Mesmo que possa ser um processo lento em alguns casos, já é um início. Considero que pesquisas como essa tem muita importância para o nosso mercado, que, convenhamos, é muito novo e carece de iniciativas como essa”.

O material completo, você confere aqui:

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