"Respeito ao passado e paixão pelo futuro"

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Dalton Pastore (Divulgação)

Nenhuma entidade brasileira de ensino e educação de jovens talentos de propaganda e marketing tem tanta história e credibilidade quanto a ESPM. Isso não significa, entretanto, que a escola não tenha inúmeros desafios pela frente, sobretudo o de se atualizar a todo o momento para suprir o mercado de comunicação, um universo em constante mudança, principalmente com o avanço do desenvolvimento digital. Para conduzir esse processo, desde o primeiro dia de 2017 a ESPM conta com um novo presidente: Dalton Pastore.

O publicitário já atuava como membro do Conselho Deliberativo da ESPM e tem uma vasta carreira de conquistas pessoais e profissionais, incluindo alguns dos mais importantes prêmios da comunicação brasileira, como o Publicitário do Ano e o Caboré. Através de um bate-papo breve, Dalton falou sobre o passado, o presente e o futuro da instituição. Confira:

O que representa para a sua carreira chegar à presidência da ESPM?
Eu comecei como redator, fui presidente da Ogilvy, fui diretor de publicidade da Abril, fiz com o Claudio a CarilloPastore, fui presidente da ABAP três vezes, sou presidente do ForCom e presidi o lendário IV Congresso da indústria da comunicação. Ter sido honrado com a presidência da ESPM não é a cereja do bolo. É o bolo.

Como pretende conduzir a sua gestão à frente da ESPM?
A ESPM foi presidida por grandes nomes do nosso mercado, que a transformaram numa referência nacional. Pretendo conduzir minha presidência com respeito ao passado, dedicação e paixão pelo futuro.

O que muda e o que continua igual nesta nova gestão?
Eu não cheguei para resolver um problema. Entrei numa escola vitoriosa, reconhecida pela excelência acadêmica, com alta empregabilidade de seus alunos e impecavelmente administrada. Minha missão é construir o futuro sobre este lastro. A ESPM continuará orientada para dois objetivos: excelência e perenidade.

Quais são os novos projetos da ESPM que serão realizados ou
discutidos para os próximos anos?
A ESPM é uma empresa grande, com seis campus em três cidades, 800 professores, 900 funcionários e 15 mil alunos. Temos diversos projetos em andamento e diversos sendo discutidos pelos nossos mestres, doutores e administradores. Um de nossos focos mais importantes está em “abrir a ESPM” para receber doações de empresas, entidades, ex-alunos e amigos. Uma escola do porte da ESPM, em qualquer país civilizado do mundo, tem nas doações uma fonte de receita relevante e indispensável.

Como a ESPM vai trabalhar a sua marca e o que ela pretende fazer para se manter próxima do mercado, como sempre foi?
A ESPM é a “escola do mercado”. Cerca de 80% de nossos alunos já estão empregados ao terminar a faculdade. As competências e habilidades com que eles saem da ESPM têm impacto direto na qualidade e nos resultados financeiros do mercado. É de interesse do mercado – e sua obrigação - nos ajudar a atrair e a manter os melhores talentos.

Qual a importância de uma instituição como a ESPM para o amadurecimento do mercado brasileiro?
A estreita colaboração entre academia e mercado sempre foi, continua sendo e sempre será absolutamente fundamental para o desenvolvimento de empresas e o crescimento de negócios. A ESPM, em particular, através de diversas atividades e cátedras de pesquisa e estudo, pode contribuir de forma efetiva para agências, meios de comunicação, veículos, anunciantes. O mercado tem muito a ganhar aproximando-se da ESPM. E vice-versa.

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