3 lendas da propaganda brasileira que saíram de cena em 2017

Olivetto

Se o ano de 2017 trouxe diversas novidades para o mercado publicitário e um processo bastante interessante de autoanálise, é bem verdade também que o segmento acompanhou o fim de um ciclo de três grandes nomes da atividade no Brasil: Washington Olivetto, Roberto Justus e Alexandre Gama.

Olivetto

Ao final de outubro o icônico criativo brasileiro anunciou estar de malas prontas para Londres, em um novo estágio de sua carreira. Como parte desse movimento, Olivetto deixou sua posição como Chairman da WMcCann para tornar-se consultor para o McCann Worldgroup.

Ainda sob o nome W/Brasil (que virou até música), o publicitário fundou em 1986 a agência, que anos mais tarde se associaria ao grupo global. (Relembre aqui).

Justus

O empresário Roberto Justus deixou as suas funções de chairman do Grupo Newcomm de Comunicação no último dia 31 de outubro. A holding, que no Brasil controla as agências Y&R, Wunderman, Grey, VML e Red Fuse (Colgate-Palmolive), foi fundada por ele em 1998.

Após vender todas as suas ações na empresa, neste ano Justus resolveu encerrar sua trajetória de mais de 35 anos de carreira na propaganda para se dedicar apenas a carreira artística, incluindo sua jornada como  apresentador de televisão.

Gama

Neste mês de dezembro foi a vez de Alexandre Gama formalizar a sua saída da Neogama. Com isso, o executivo fechou um ciclo que se iniciou em 1999, quando fundou a agência. Três anos depois, em 2002, o publicitário vendeu para o Publicis Groupe uma participação minoritária, para mais tarde, em 2012, concluir 100% da venda ao grupo francês. A negociação também englobou a venda da rede BBH, que passou a ter Alexandre como o grande comandante da criação em todo o mundo.

Segundo o próprio Gama, seu próximo passo será empreender em um novo negócio, embora não tenha ainda revelado de que maneira isso ocorrerá e muito menos onde. (Relembre aqui).

 

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