Rei Inamoto explica por que "é o fim das agências como as conhecemos"

Rei Inamoto
Rei Inamoto (Reprodução/ Youtube)

Todo mundo tem sua opinião sobre os novos rumos do mercado de comunicação. Por sua bagagem e o calibre de sua capacidade profissional, entretanto, alguns nomes são ouvidos com mais atenção. É o caso de Rei Inamoto, um dos mais influentes publicitários de todo o mundo, ex-CCO da AKQA e que agora toca a sua empresa de inovação Inamoto & CO. Na semana passada, em um artigo escrito para o Adweek, o criativo explicou por que, em sua concepção “É o fim das agências como as conhecemos”.

Entre os tópicos mencionados, Rei começa o texto dizendo que mais do que o dilema sobre a escolha entre uma agência ou uma consultoria, os clientes desejam parceiros simplificados que os ajudem a gerar confiança. E mais: “Na medida em que as marcas correm para construir agências internas, elas não são completamente imunes às mesmas questões que afligem as agências tradicionais”.

O publicitário acredita em quatro tópicos como essenciais para atender qualquer cliente com excelência: processo, estrutura, cultura e liderança. Em sua visão, o “processo” precisa ser inteligente e descomplicado. “Nossa vantagem como parceiro externo é a objetividade”, afirma. Já a “estrutura” deve ter menos camadas possíveis, para não desgastar o cliente e manter a assertividade das relações.

A cultura, segundo Inamoto, precisa ser desenhada em longo prazo e abraçar as pessoas. “Nossa estrategista líder é uma mãe de três crianças pequenas. Ela trabalha em casa, no esquema part-time, e não precisa sacrificar sua vida familiar para ajudar nossos clientes a pensar em novos modelos de negócios e serviços”, acredita. Por fim, na parte da “liderança”, Inamoto diz que o ideal é que as agências pensem menos em fama e premiações e se concentrem em construir a confiança.

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