Ogilvy lança área que une computação cognitiva e criatividade

Fernando Musa, Guiga Giácomo, Toni Ferreira, Daniel Martins e Bruno Perez. 

Depois da criação do seu próprio estúdio de conteúdo digital, a Ogilvy apresenta mais uma área de inovação dentro de sua operação: o Cognitive Studio. O objetivo é explorar a computação cognitiva nas entregas da agência e trazer novas possibilidades. Dentro da necessidade do cliente e a partir do trabalho do novo departamento pode surgir uma solução de negócios ou uma ideia que venha a agregar à imagem da marca.

O projeto já entregue pela agência e que ilustra bem o que o Cognitive Studio é capaz de fazer é “A Voz da Arte”, feito em parceria com a IBM. Realizado na Pinacoteca de São Paulo, a ação usa a inteligência artificial para tornar o passeio ao museu mais interativo e personalizado. Nela, a IBM criou um assistente cognitivo que responde perguntas dos visitantes sobre sete obras de arte do acervo da Pina.

Confira abaixo o videocase da iniciativa que rendeu 3 Leões de Ouro para o Brasil este ano:

     

Quatro profissionais da Ogilvy estão à frente do projeto: Daniel Martins (diretor de operações); Toni Ferreira (diretor-geral de estratégia digital); Guiga Giácomo (diretor de criação) e Bruno Perez (diretor de atendimento).

“A ideia do Cognitive Studio é explorar no dia a dia, em cada briefing, o que a inteligência artificial/cognitiva pode agregar a nossa indústria na entrega do produto criativo. Só tem um jeito de aprender, que é fazendo”, diz Fernando Musa, presidente do Grupo Ogilvy Brasil.

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