Para todos os fãs de Fellini, o que vai acontecer no CCBB Rio de Janeiro é imperdível. Começando esse 2020 com muita classe, hoje (8 de janeiro) a mostra em homenagem aos 100 anos de nascimento do mestre italiano, que é comemorado no dia 20 de janeiro.

Se você vive no Rio, não pode perder essa oportunidade única de rever em uma sala de cinema, vários clássicos mundiais do cinema. Você poderá mergulhar nas longas-metragens de Fellini e se aventurar com suas histórias e viver na pela cada personagens marcantes.

Após o Rio de Janeiro, e para nós paulistas não ficarmos tristes, a mostra segue para São Paulo CCBB nos dias 26/02 a 23/03 e CineSesc (12 a 18/03) e passará também pelo CCBB Brasília nos dias 24/03 a 19/04. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

O “Fellini, Il Maestro” teve a curadoria de Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida, produção da Voa e apresentará nada menos que 24 títulos. Terá filmes como “Mulheres e Luzes”, fazendo a estreia de Fellini no cinema lançado em 1950 e codirigido com Alberto Lattuada, até o último do mestre “A voz da lua” de 1990.

Também serão exibidas obras-primas de Fellini que tiveram a participação de estrelas como Marcello Mastroianni e Giulietta Masina. A mostra exibirá o documentário “Fellini: A Director’s Notebook”, lançado em 1969 no qual o filho de Fellini comenta sobre os trabalhos de seu pai.

A programação estará repleta de boas surpresas e todas gratuitas como, um curso de três dias (22 a 24/01, das 14h às 16) com o professor Hernani Heffner (inscrições pelo e-mail [email protected]),um debate, no dia 30/1, às 19h, com Hernani Heffner e a Profª Drª India Mara Martins, mediação de Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida e tradução para LIBRAS; e um super livro-catálogo de mais de 400 páginas com artigos críticos, ensaios, entrevistas, filmografia, fotos etc. Para ganhar o catálogo, basta juntar cinco ingressos de sessões da mostra.

No dia 29 de janeiro, haverá uma sessão inclusiva e gratuita às 16h com áudio descrição, legendagem descritiva e tradução para libras de um dos grandes sucessos de Fellini e ganhador do Oscar, “Amacord”.

O curador Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida da mostra destaca que “Federico Fellini é reconhecido como um dos maiores e mais influentes cineastas de todos os tempos, cujos filmes, que trazem um olhar altamente pessoal e idiossincrático sobre a sociedade, são uma combinação única de memória, sonhos, fantasia e desejo. O adjetivo felliniano é sinônimo de qualquer tipo de imagem extravagante, barroca ou fantasiosa no cinema ou na arte em geral. A Doce Vida lançou um novo termo – paparazzi, derivado de Paparazzo, o fotógrafo amigo do jornalista Marcello Rubini, vivido por Mastroianni”.  

 

OS FILMES DA MOSTRA

 

– A Voz da Lua (La voce della luna, 1990, 122 min) Direção: Federico Fellini

– Entrevista (Intervista, 1987, 108 min) Direção: Federico Fellini

– Ginger e Fred (idem, 1986, 125 min) Direção: Federico Fellini

– E la Nave Va (idem, 1983, 132 min) Direção: Federico Fellini

– Cidade das Mulheres (La città delle donne, 1980, 139 min) Direção: Federico Fellini

– Ensaio de Orquestra (Prova d’orchestra, 1978, 70 min) Direção: Federico Fellini

– Casanova de Fellini (Il Casanova di Federico Fellini, 1976, 155 min) Direção: Federico Fellini

– Amarcord (idem, 1973, 123 min) Direção: Federico Fellini

– Roma de Fellini (Roma, 1972, 120 min) Direção: Federico Fellini

– I Clowns (idem, 1970, 92 min) Direção: Federico Fellini

– Satyricon de Fellini (Fellini – Satyricon, 1969, 129 min) Direção: Federico Fellini

– Fellini: A Director’s Notebook (1969) Direção: Federico Fellini

– Histórias Extraordinárias (Histoires extraordinaires, 1965, 121 min) Direção: Federico Fellini, Roger Vadim e Louis Malle

– Julieta dos Espíritos (Giulietta degli spiriti, 1965, 137 min) Direção: Federico Fellini

– 81⁄2 (idem, 1962, 138 min) Direção: Federico Fellini

– Boccacio 70 (idem, 1962, 205 min)
Direção: Federico Fellini, Vittorio De Sica, Luchino Visconti e Mario Monicelli

– A Doce Vida (La dolce vita 1960, 174 min) Direção: Federico Fellini

– Noites de Cabíria (Le notti di Cabiria, 1957, 110 min) Direção: Federico Fellini

– A Trapaça (Il bidone, 1955, 113 min) Direção: Federico Fellini

– A Estrada da Vida (La strada, 1954, 108 min) Direção: Federico Fellini

– Os Boas-Vidas (I vitelloni, 1953, 107 min) Direção: Federico Fellini

– Amores na Cidade (L’amore in città 1953, 115 min)
Direção: Federico Fellini, Michelangelo Antonioni, Alberto Lattuada, Carlo Lizzani, Dino Risi, Francesco Maselli, Cesare Zavattini

– Abismo de Um Sonho (Lo sceicco bianco, 1952, 86 min) Direção: Federico Fellini

– Mulheres e Luzes (Luci del varietà, 1950, 93 min) Direção: Federico Fellini e Alberto Lattuada

 

Fellini, Il Maestro

Patrocínio: Banco do Brasil

Apoio: CineSesc SP, Cinemateca do MAM e Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro

Curadoria: Paulo Ricardo Gonçalves de Almeida

Produção: Voa

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

 

Centro Cultural Banco do Brasil Rio de Janeiro

De 8 de janeiro a 3 de fevereiro de 2020

Rua Primeiro de Março 66, Centro, tel (21) 3808-2020

Salas de Cinema 1 (98 lugares)

Ingresso: R$ 10 e R$ 5 (meia entrada)

Deixe seu Comentário

Leia Também

AdEducation

+ Ver mais

Quarentena ocasiona overload de cursos gratuitos

por Nicole Fanti Siniscalchi

AdInsights

+ Ver mais

A Gillette sabe o que faz. Já Neymar…

por Adinsight por Leonardo Araújo

Especial TV Aberta

+ Ver mais

Como a TV conversa com o Youtube?

por Gabriel Grunewald