A Eastman tem uma forte história de apoio às comunidades ao redor do mundo, focando em projetos catalisadores e transformadores e em iniciativas de grande impacto coletivo.

Recentemente, no Brasil, a empresa redirecionou valores de incentivo fiscal para o bem social, o que inclui recursos para um ano de atividades do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (MASP), um dos mais importantes do Brasil e que dispõe da maior coleção de arte europeia no hemisfério sul.

Ao longo de 2019, o MASP é pautado pelo eixo curatorial Histórias das mulheres, histórias feministas, com exposições especiais que destacam mulheres artistas. O programa contém uma mostra de Tarsila do Amaral, uma das mais conhecidas pintoras brasileiras, em cartaz até 28 de julho. Na mesma data, se encerram Comodato MASP Landmann, têxteis pré-colombianos, exposição de trabalhos de mulheres que habitaram a América do Sul antes da invasão europeia, e Lina Bo Bardi: Habitat, sobre a trajetória múltipla da arquiteta responsável pelo MASP.

Até o fim do ano, será possível ver obras de outras artistas como Gego, venezuelana conhecida por suas esculturas geométricas, e Leonor Antunes, artista plástica portuguesa contemporânea. Os trabalhos de Djanira da Motta e Silva, pintora da segunda onda do modernismo brasileiro, também foram expostos no primeiro semestre.

“Aportar em arte significa investir em inovação e em criatividade, ambas impulsionadoras de crescimento. Educação artística consegue despertar a imaginação em todos, não apenas nas crianças, e a Eastman está em uma posição única de encorajar esse tipo de aprendizado”, diz Juan Moncada, diretor-geral da Eastman para América Latina. “Tenho muito orgulho dessa iniciativa pois ela apoia a nossa visão de empoderamento e de compromisso com igualdade de gênero”, completa Moncada.

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