A campanha We’re All Gamers, da HyperX, transforma seus embaixadores em heróis animados encarando o espírito gamer. O time de artistas escolhidos pela marca conta com grandes talentos da atualidade, como o rapper norte-americano Post Malone, os jogadores de basquete Gordon Hayward, do Boston Celtics, Joel Embiid, do Philadelphia 76ers e De’Aaron Fox, do Sacramento Kings, o jogador de futebol americano JuJu Smith-Schuster, do Pittsburgh Steelers, os jogadores de futebol Casemiro, da seleção brasileira e do Real Madrid, Marco Reus, da seleção alemã e do Borussia Dortmund, e Dele Alli, da seleção inglesa e do Tottenham, os streamers Shroud e Pokimane e os atletas profissionais de eSports Daigo e Rush.


Pensando na escolha de famosos que nem sempre participam do ramo de e-Sports, entramos em contato com a empresa para entender tudo por trás dessa campanha. Fabio Bottallo, gerente de marketing da HyperX na América Latina, não só detalhou os objetivos da campanha, como explicou sobre a criação desses conteúdos memoráveis. Confira abaixo na íntegra:

Qual a estratégia de engajamento adotada para a campanha?

“We’re all gamers” é uma campanha global que procura atingir com relevância o consumidor em todos os pontos de comunicação. Basicamente, é uma campanha digital, mas com potencial para meios massivos, como televisão e cinema. Este ano no Brasil focaremos em meio digitais, eventos, patrocínios, ações relacionadas a e-Sports e vídeos.

Na campanha, os embaixadores da HyperX se transformam em heróis animados e o objetivo é que o consumidor se sinta parte dessa história que estamos contando. Cada pessoa tem seu herói interior que se manifesta quando entramos no universo gamer, pois somos todos gamers e nunca nos rendemos. Estamos sempre em busca da vitória.

Quais são os benefícios em trazer celebridades de outros segmentos para representar a marca?

A intenção é mostrar que os games interessam a pessoas de diversas áreas, e esses jogadores, casuais ou hard core, se dedicam muito aos jogos. Celebridades têm e sempre tiveram uma aura especial que cativa seus seguidores, e a paixão dessas pessoas pelos games é o que queremos dividir com os nossos consumidores. Afinal, somos todos gamers.

Por se tratar de uma marca de periféricos gamer, qual a ligação, por exemplo, que Casemiro consegue transmitir na campanha?

A primeira ligação do Casemiro com a campanha é que ele é um atleta de alto nível e desempenho, com força, velocidade, resistência e precisão, exatamente como os produtos da HyperX.

Além disso, é um grande esportista, campeão pela seleção, pelo seu clube, fã dos games e um jogador bastante avançado de Counter-Strike: Global Offensive. Depois de uma rotina exaustiva de treinos, ele dedica algumas horas do seu tempo livre para jogar online com amigos do mundo inteiro, inclusive outros jogadores famosos de futebol.

Qual o maior objetivo da marca ao se conectar com diversas celebridades?

Nossa ideia principal é desmistificar aquela imagem de que o gamer é apenas alguém que passa muitas horas jogando e mostrar que os jogos também podem ser uma ativada sadia, lúdica e adotada por pessoas de diversas áreas profissionais. Nossa campanha conta com profissionais da música, como o rapper norte-americano Post Malone, do futebol, como o Casemiro, e do basquete, como Joel Embiid do Philadelphia 76ers, entre outros, que também se dedicam aos games em seu tempo livre.

A HyperX pretende manter essa campanha? Como foram os resultados da ação?

Sim, manteremos essa campanha por pelo menos mais um ano e meio. No Brasil, intensificaremos a veiculação do conceito a partir do segundo semestre. Nos Estados Unidos e Europa, a TV aberta tem sido o meio de maior penetração, especialmente em canais de esportes.

A empresa pretende produzir outras campanhas com o mesmo propósito?

Sempre produziremos conteúdos relevantes e campanhas que engajem nossos consumidores em nossas histórias. O game é a nossa paixão.

Deixe seu Comentário

Leia Também

AdInsights

+ Ver mais

A Gillette sabe o que faz. Já Neymar…

por Adinsight por Leonardo Araújo

Especial TV Aberta

+ Ver mais

Como a TV conversa com o Youtube?

por Gabriel Grunewald