A forma de contar isso será cronológica, mas não tanto assim. Na semana passada li uma entrevista do Kotler em que ele dizia que trabalharia com digital se estivesse começando sua carreira hoje. Ontem, tive o prazer de conhecer e ouvir o brilhante Nizan Guanaes aqui em Curitiba e ele afirmou quase o mesmo, na ocasião não falou sobre ele, mas sim sobre boa parte do auditório que era composta por estudantes de comunicação e que deveriam se dedicar ao digital. Ele repetiu isso seis vezes.

Até aqui nenhuma novidade, certo? Há anos ouve-se falar sobre digital e como essa ferramenta vem mudando o cenário da comunicação. Já se falou que os velhos meios seriam exterminados pela internet e um monte de outras coisas, por exemplo.

Fato é que o mercado digital ainda é mal explorado por clientes e agências e ainda é pouco profissional. Isso é ruim? Não necessariamente.  Esse fato nos abre a porta e as janelas de um mundo “novo” a ser explorado, usado e abusado. Ele nos oferece a oportunidade de preparação e entendimento como nunca antes tivemos.

Nascido no começo dos anos 80, eu tive a oportunidade de ver e viver a mudança dos tempos, dos gadgets e da expansão do conhecimento e da inovação. Não sou nativo digital, quando eu nasci ainda existia telefone de disco, tive um Atari e apenas poucos canais de TV aberta para assistir.  Portanto, não acho que exista vantagem ou desvantagens de ter nascido nessa ou em outra época.

O grande segredo por trás das palavras de dois mestres da comunicação, marketing, administração e negócios, é: há muita oportunidade nesse mercado, há muito conhecimento já compartilhado e cabe a você buscar referências e tornar seu trabalho único e especial. Há muitas formas de ganhar dinheiro e ser feliz com isso. O digital veio para sacudir tudo e possibilitar que cada empresa possa conhecer intimamente o seu cliente. Vai ficar de fora dessa ou vai construir o seu destino?

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