Apesar do Brasil ser um dos países onde o número de usuários de internet é considerado dos maiores do mundo, por incrível que pareça ainda existe aqui grande número de pessoas que frequentemente são ignoradas nas estratégias das empresas: são os chamados imigrantes digitais.

Para entender necessidades e comportamento desse público a Plataforma Gente, hub de conteúdo da Globosat, em parceria com a Wake Insights, se aprofundou num completo estudo.

Como fazer uma transição mais fluida, e evitar a exclusão digital? Esse é um dos pontos de partida do estudo que consultou especialistas e fez dezenas de pesquisas de aprofundamento.

Nas últimas décadas, a transformação digital se tornou um dos maiores desafios das empresas, virando em muitos casos o principal alvo de qualquer plano estratégico. Mas o estudo aponta que 70% das empresas falham em seus processos de transformação digital, de maneira recorrente. Isso porque focam seus esforços nos nativos digitais e esquecem dos nascidos pré-explosão da internet, os imigrantes.

Esse erro se torna mais evidente quando se toma conhecimento de outro dado relevante da pesquisa, 100 milhões de brasileiros economicamente ativos são imigrantes digitais. Ou seja: eles são a maioria da população. E por que a comunicação com essa grande parcela de pessoas é falha? Porque não se está falando a mesma língua. Como imigrantes que são, eles precisam de tradução.

No geral, o ritmo intenso das revoluções tecnológicas não permitiu que o processo de adequação fosse de forma gradativa.  “A questão não é abolir a transformação digital e a adequação às novidades tecnológicas. O ponto central é como isso é feito e quem está sendo deixado de lado”, diz Fabio Amado, co-fundador da Wake Insights. Ele atua como facilitador e consultor no planejamento e desenvolvimento de projetos de inovação, construindo novos produtos e serviços em diversos setores.

Apontando caminhos significativos para essa necessária transição digital, uma das principais conclusões do estudo é a de que as empresas não devem digitalizar toda sua comunicação e interação com clientes, colaboradores e com ela mesma de uma única vez. A saída, portanto, não é a unificação, mas a diversificação.

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