A democratização da informação cada vez mais faz com que o jornalismo tenha que se reinventar. A recente revolução tecnológica muitas vezes obriga uma modificação do ensino na área e cada vez mais as redes sociais tomam o espaço na disseminação de notícias.

Com isso, a mídia tradicional encontra dificuldades uma concorrência cada vez maior. Esse contexto serve de gatilho para a mudança do formato da imprensa, que passa a investir cada vez mais em tecnologia e equipes enxutas, além de exigir dos profissionais maior dinamismo e alta capacidade de adaptação. Essas alterações demandam rápidas respostas dos cursos voltados para a área de comunicação e até mesmo para o ensino médio.

Estas atividades fizeram, por exemplo, com que a ESPM encerrasse nesse ano o curso de pós-graduação em jornalismo digital e o transformasse em quatro módulos curtos que podem ser estudados de forma independentes. Outro desafio para a área são as abordagens a respeito de fake news. Helena Jacob, coordenadora do curso de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero conta para a Folha de S. Paulo: “Tentamos mostrar que, embora a mídia seja representação, há parâmetros e técnicas para apurar a informação”.

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