Ada e Vivae se unem e criam edtech voltada à “educação de precisão”
Nova empresa conecta oportunidades de empregabilidade a treinamentos de qualificação com base em inteligência artificial
07.10.2025

A Ada, startup de educação para empregabilidade, e a Vivae, joint-venture entre Vivo e Ânima Educação, anunciaram a combinação de seus negócios. A nova edtech nasce com um portfólio ampliado e forte base tecnológica, tendo como propósito oferecer “educação de precisão” — modelo que conecta oportunidades reais de crescimento profissional a treinamentos de qualificação antes e depois da contratação.
A operação mantém as duas marcas. No segmento B2B, a Ada continua como frente principal, com mais de 400 mil usuários ativos e cerca de 800 mil perfis profissionais mapeados em sua plataforma de inteligência artificial. A tecnologia ajuda empresas a diagnosticar, desenvolver e contratar talentos de forma mais assertiva, além de oferecer trilhas personalizadas de aprendizado e treinamentos gratuitos.
No B2C, a Vivae segue com foco na oferta de cursos para qualificação em soft e hard skills. Com a integração, as soluções de IA da Ada serão incorporadas à plataforma, ampliando o acesso de profissionais às oportunidades de empresas parceiras.
“Essa combinação de negócios nasce para acelerar uma visão em comum: educação de precisão como motor de empregabilidade”, afirma Felipe Paiva, CEO da Ada, que permanece à frente da operação. “Estamos construindo uma plataforma preparada para transformar a forma como as pessoas aprendem, crescem e se conectam com o mercado.”
Para Rodrigo Gruner, vice-presidente de Inovação e Novos Negócios da Vivo, a união reforça a estratégia da companhia no segmento educacional. “Um dos grandes desafios das empresas está no recrutamento e no desenvolvimento de talentos. A combinação dos negócios de Vivae e Ada acelera esse plano”, destaca.
A Ada já havia recebido investimento da Wayra, fundo de Corporate Venture Capital early stage da Vivo. Com o novo acordo, a Vivo transferiu sua participação na Vivae para o Vivo Ventures, fundo voltado a empresas em fase de crescimento acelerado. A conclusão da transação ainda depende da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE).
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