Blood OOH e ArtRio transformam o Aterro do Flamengo em museu a céu aberto
Durante a 16ª edição da feira na Marina da Glória, grande estrutura de mídia exterior ganha obras de nomes como Toz, Mülambo e Paulo Bruscky, integrando arte urbana e paisagem carioca
18.09.2026

O Aterro do Flamengo ganhou um museu a céu aberto fruto de uma parceria entre a blood OOH e a ArtRio. A iniciativa integrou um painel monumental de 300 metros quadrados ao circuito da 16ª edição da feira de arte, que acontece entre os dias 16 e 20 de setembro na Marina da Glória, transformando grandes estruturas de mídia exterior em telas para cri(&(*&) brasileiros tendo o próprio Rio de Janeiro como moldura.
Pela estrutura já passaram trabalhos de artistas como Toz, Cadu, Mülambo, Marcos Chaves e Paulo Bruscky. O projeto teve início em 2025, ocupando inicialmente abrigos de ônibus pela cidade, e mantém-se ativo ao longo de todo o ano com a rotatividade de um novo artista a cada mês.
Para Daniel Werneck, executivo responsável pelo posicionamento da blood OOH, a proposta redefine o papel do grande formato urbano. “A gente acredita que grande formato pode ser mais que espaço publicitário. Quando esse painel é ocupado com arte, a cidade ganha um ponto de encontro que não existia antes, e é isso que chamamos de mídia regenerativa, usar uma estrutura que já está na paisagem para devolver alguma coisa boa pra quem passa por ali todos os dias”, aponta.
A visão é compartilhada por Luisa Sá, gerente de Marketing da ArtRio, que reforça o impacto social da ação: “A ArtRio tem forte compromisso em ampliar o público de arte, levando conhecimento, novas descobertas e experiências. Ter obras de grandes artistas neste painel insere a arte no cotidiano da cidade e das pessoas”.
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