Brasileira vira bilionária aos 29 anos após criar plataforma de apostas
Brasileira cofundadora da Kalshi chega ao topo ao impulsionar plataforma de mercados de previsão avaliada em US$ 11 bilhões
09.12.2025

Aos 29 anos, a brasileira Luana Lopes Lara alcançou algo que poucos imaginavam: tornou-se a bilionária mais jovem do mundo a ter construído sua própria fortuna.
Luana é cofundadora da Kalshi, uma empresa americana de “mercados de previsão”, um tipo de plataforma que permite apostar em resultados de eventos do mundo real: desde indicadores econômicos até decisões políticas. A empresa decolou tanto que hoje está avaliada em cerca de US$ 11 bilhões, e a participação de Luana já soma aproximadamente US$ 1,3 bilhão, segundo a Forbes.
O crescimento da Kalshi foi meteórico: em menos de seis meses, a empresa quintuplicou de valor. Parte desse salto se deve ao aumento expressivo no volume de negociação da plataforma, só em novembro, o volume teórico de apostas ultrapassou US$ 5,8 bilhões.
Antes desse sucesso, Luana tinha um percurso inusitado: ex-bailarina do Balé Bolshoi no Brasil, estudante premiada em competições de matemática e astronomia, formada em Ciência da Computação pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT) e com passagens por grandes gestoras de investimento nos EUA.
Importante entender o modelo da Kalshi: embora muitas pessoas chamem de “plataforma de apostas”, ela é tecnicamente um “mercado de previsões” regulamentado nos Estados Unidos, ou seja, oferece contratos financeiros cujo retorno depende da ocorrência ou não de determinados eventos. Isso significa que, como em qualquer investimento de risco, existe a chance de perder tudo. A ascensão rápida de Luana e da empresa é real, mas não há garantias para quem participa da plataforma.
A história de Luana inspira por vários motivos: demonstra que talento, estudo e visão de mercado podem, sim, transformar ideias em fortunas. Mais do que dinheiro, ela representa uma nova geração de empreendedores brasileiros capazes de competir, e vencer no palco global. Para quem trabalha com startups, fintechs ou mercados de risco, o caso reforça: timing, regulamentação e credibilidade podem fazer toda a diferença.
Quem diria que ex-bailarina, com sapatilhas e piruetas, hoje anda no salto alto da fortuna bilionária. Se alegria fosse aposta, essa ela ganhou em cheio.
Um bom dia pra você.
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