faro.ag projeta 2026 com IA emocional, comunidades e neurociência no centro do live marketing
Agência fecha 2025 em alta, amplia investimentos em dados, tecnologia e ESG e aposta em experiências mais inteligentes, mensuráveis e conectadas à cultura para responder ao novo comportamento do consumidor
17.12.2025

À medida que 2026 se aproxima, marcas intensificam seus planejamentos estratégicos guiadas por relatórios globais de comportamento, como Kantar, Mintel, WARC e MField. Os estudos apontam para um mesmo horizonte: personalização emocional, comunidades, inteligência artificial e neurociência deixam de ser tendências e passam a ocupar o centro da criação de experiências de marca.
É nesse contexto que a faro.ag encerra 2025 com crescimento consistente e reforça seu posicionamento como agência especializada em ativações culturalmente relevantes e orientadas por dados. Ao longo do ano, foram 782.970 pessoas impactadas, mais de 300 entregas realizadas e 88 artistas em palco, em projetos para marcas como Netflix, McDonald's, Arcor, Spaten, JAC Caminhões e Cielo.
Segundo o sócio Guilherme Stucchi, 2025 foi marcado pela consolidação do modelo de co-criação com marcas e pelo avanço na mensuração de impacto em tempo real. O próximo ano, afirma, traz um consumidor mais exigente — e um mercado que precisa responder com mais inteligência.
“Estamos entrando em um momento no qual as experiências precisam ser menos intuitivas e mais inteligentes. A combinação entre IA emocional, comunidades, neurociência e pequenos luxos do dia a dia muda a forma como criamos. Nosso investimento para 2026 está voltado para tecnologias capazes de interpretar emoção, ferramentas proprietárias de IA aplicadas à criatividade e métodos de mensuração que mostram em tempo real como o público sente, reage e interage. Esse é o next level do live marketing”, afirma Guilherme Stucchi.
Além da frente tecnológica, a agência também amplia investimentos em ESG e logística reversa, buscando operações mais sustentáveis em grande parte de suas entregas.
As tendências que devem moldar o live marketing em 2026
Conexão real e com propósito Dados do estudo Mapa da Influência, da MField, indicam que valores compartilhados superam alcance numérico. O público busca autenticidade — algo visto em ativações recentes da faro.ag para Stranger Things e Hello Kitty com o Méqui, que transformaram universos culturais em experiências de pertencimento.
Comunidades e nichos A Mintel aponta um consumo cada vez mais orientado por microculturas. Para 2026, a faro.ag intensifica o uso de dados comportamentais para criar ativações direcionadas a fandoms, gerações e comunidades específicas, como nos projetos com Arcor na BGS e em iniciativas ligadas à cultura pop.
IA que desperta emoção A Kantar indica que a inteligência artificial entra em sua fase mais sensível: gerar emoção, não apenas eficiência. A agência investe em frameworks próprios de IA generativa aplicados ao planejamento e à criação, com testes emocionais, simulação de jornadas e ferramentas que buscam autenticidade no conteúdo.
Treatonomics A lógica dos “pequenos luxos” ganha espaço. Além de grandes estruturas e PR stunts, cresce a demanda por experiências menores, frequentes e altamente memoráveis, capazes de elevar o cotidiano do consumidor e manter as marcas presentes de forma contínua.
Neurociência e mensuração avançada Sensores biométricos, análise de atenção e leitura emocional passam a integrar o live marketing. Em 2026, a faro.ag amplia suas experiências data-driven, com testes de estímulos, painéis em tempo real e ajustes baseados na reação imediata do público. A meta é clara: mais precisão, mais emoção e mais impacto.
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