Google leva Gemini ao Rio com mega estratégia de influência no show da Shakira
Em ação 360º desenvolvida pela agência Sharp, plataforma de IA do Google foi integrada à jornada de creators latino-americanos durante o evento “Todo Mundo no Rio 2026”
06.05.2026

O Google transformou a Praia de Copacabana em um laboratório de inteligência artificial durante o evento “Todo Mundo no Rio 2026”. Com uma estratégia de influência assinada pela agência Sharp, a marca posicionou o Gemini não apenas como uma ferramenta tecnológica, mas como um assistente criativo para o dia a dia e grandes experiências culturais, aproveitando o palco do show gratuito da cantora Shakira.
Gemini Squad: Comunidade e Escala Regional
A espinha dorsal da ação foi a criação do Gemini Squad, um grupo curado de influenciadores que buscou refletir a diversidade da América Latina. A seleção incluiu nomes brasileiros como Jade Picon, Flávia Saraiva, Foquinha, Caio Braz e Sofia Santino, além de creators internacionais como Pamela Leiva (Chile), Sofia Castro (Colômbia) e Renata de Cova (México).
Diferente de parcerias tradicionais, o squad utilizou a IA para:
Planejamento de Conteúdo: Otimização de roteiros e geração de insights em tempo real.
Jornada de Experiência: Apoio em deslocamentos e interações ao longo do evento.
Produção Criativa: Mais de 30 conteúdos pagos foram gerados, alcançando milhões de usuários em todo o continente.
Ativação 360º em Copacabana
A presença da marca estendeu-se ao território físico com pontos de contato direto com o público:
Cabine Interativa: Espaço para fotos onde os visitantes podiam testar funcionalidades práticas da ferramenta.
Brindes nas Areias: Distribuição de itens personalizados para ampliar a presença orgânica nas redes sociais.
Narrativa em Fases: A estratégia foi dividida em warm up (pré-evento), ativação e afterglow (pós-evento), garantindo que a conversa sobre a marca continuasse ativa após o fim do espetáculo.
Tecnologia como Facilitadora Cultural
Para a Sharp, o projeto sinaliza uma mudança de paradigma onde a tecnologia passa de "ferramenta" para "plataforma facilitadora da criatividade". O case demonstra como marcas de tecnologia podem se inserir em ambientes de alta densidade simbólica — como o maior palco de areia do mundo — focando em relevância cultural e utilidade prática, em vez de apenas exposição de marca.
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