Habitare leva tecnologia de exposições imersivas para o mercado imobiliário e muda a forma de apresentar a planta do imóvel

Desenvolvido com referências museográficas, o espaço cubOH! projeta ambientes em escala real, permitindo que o cliente sinta a proporção, o fluxo e a atmosfera do futuro lar antes mesmo do início das obras

Adnews

17.08.2026

Habitare leva tecnologia de exposições imersivas para o mercado imobiliário e muda a forma de apresentar a planta do imóvel

Durante décadas, plantas baixas, maquetes físicas e, mais recentemente, renders foram as principais ferramentas utilizadas pelo mercado imobiliário para apresentar ao consumidor um imóvel que ainda não existe. Para a Habitare, incorporadora imobiliária especializada em empreendimentos de smart living e wellness, o avanço da tecnologia abre espaço para uma nova possibilidade, em vez de apenas visualizar um projeto, permitir que o cliente experimente o espaço antes mesmo de sua construção.

Foi a partir dessa ideia que a empresa desenvolveu o cubOH! (Centro Unificado de Bem-Estar e Oportunidades Habitare), uma experiência imersiva em escala real que utiliza recursos audiovisuais, inspirados em grandes instalações museográficas e exposições de arte, para transportar o consumidor para dentro do empreendimento.

A iniciativa acompanha uma transformação no comportamento de consumo. Segundo o estudo global State of the Connected Customer, da Salesforce, 80% dos consumidores consideram que a experiência oferecida por uma marca é tão importante quanto seus produtos e serviços. Esse movimento é acompanhado pelo avanço do experiential marketing: pesquisas da Harvard Business Review indicam que empresas que investem em experiências sensoriais e imersivas conseguem aumentar o lifetime value de seus clientes e a fidelidade à marca, pois a conexão emocional criada através da vivência reduz drasticamente a barreira da desconfiança na jornada de compra.

Para a Habitare, principalmente em empreendimentos de maior valor agregado, a tecnologia pode ajudar a transformar a compreensão do projeto em uma experiência concreta. “O Desafio é fazer o cliente entender como um prédio que ainda não existe vai funcionar na vida dele. Onde ele vai circular, como os ambientes se relacionam, o que ele vai enxergar da janela, como vai receber alguém. É essa distância entre ver a imagem e compreender o espaço que queremos diminuir”, afirma Roberto Coutinho, CEO e fundador da Habitare.

Da museografia para a engenharia de precisão

Para desenvolver o cubOH!, a Habitare buscou referências fora da própria indústria, aproximando-se da tecnologia utilizada em experiências imersivas de ponta. A tecnologia, desenvolvida com o mesmo rigor técnico aplicado em exposições sensoriais globais, integra projeção mapeada em paredes e pisos para simular o comportamento da luz, a acústica e a atmosfera de um projeto que ainda não foi erguido.

A iniciativa reflete uma visão mais ampla da incorporadora sobre o papel da inovação. Para a Habitare, a tecnologia deixa de ser um "diferencial de marketing" e passa a funcionar como uma ferramenta para aprimorar a experiência humana. É a mesma lógica que orienta os projetos de smart living da empresa, onde arquitetura, sustentabilidade e bem-estar são pensados a partir da rotina do futuro morador.

“Não queremos tecnologia pela tecnologia. Queremos utilizá-la para tornar aquilo que projetamos mais compreensível, próximo e tangível. No final do dia, nós não vendemos metros quadrados. Nós projetamos a vida que vai acontecer dentro deles”, conclui o CEO.

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