Indústria brasileira mais tecnológica, segundo IBGE

89% das industriais brasileiras estão utilizando tecnologias digitais avançadas em suas atividades

Indústria brasileira mais tecnológica, segundo IBGE

Em 2024 uma pesqueisa do IBGE, mostrou que 89% das industriais brasileiras estão utilizando tecnologias digitais avançadas em suas atividades

Porém o destaque vai para a Inteligência Artificial (IA), cujo uso cresceu 163,2% no período.

Os números foram levantados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o famoso IBGE, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, além da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O levantamento ouviu cerca de 10 mil empresas e quase noventa porcento delas afirmaram utilizar tecnologias digitais avançadas, como Análise de Big Data, Computação em Nuvem, Inteligência Artificial, Internet das Coisas, impressão 3D ou robótica.

Segundo o IBGE as empresas vêm, ao longo do tempo, compreendendo melhor o que são as tecnologias digitais avançadas e como aplicá-las no dia a dia.

Entre os exemplos de uso dessas tecnologias, principalmente usando Inteligência artificial, temos mineração de dados, reconhecimento de fala e imagem, geração de linguagem natural, aprendizado de máquina e automação de processos.

No caso da indústria a inteligência artificial está sendo usada principalmente para manutenção preditiva que permite prever falhas em processos produtivos para tomada de decisões autônomas e movimentação de máquinas.

Porém apesar do crescimento no uso das tecnologias digitais avançadas, a modalidade de tele-trabalho apresentou uma ligeira queda. O que por um lado acaba sendo controverso, com mais tecnologia, em tese, deveríamos estar aumentando essa modalidade.

Você ouvinte já deve ter percebido como nos últimos meses estamos enfrentando mais trânsito, transporte públicos mais cheios e até mesmo restaurantes com mais movimente na hora do almoço em regiões empresariais.

Aliais, a volta para o presencial está sendo motivo de discussão em muitas empresas, até mesmo o questionamento da produtividade dos funcionários no home office.

O tema ganhou força em setembro, depois da demissão em massa de funcionários em regime de home office. O caso repercutiu até no LinkedIn, rede social voltada ao ambiente de trabalho, levantando debates sobre quais critérios realmente devem ser usados para medir a produtividade a distância Com tanto avanço digital, quem sabe no futuro não teremos o melhor dos dois mundos: home office, mas com VR, para o chefe achar que você está no escritório de verdade

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