Publicidade Pede, Indústria Responde: Embalagem Compostável Biona Desafia a Crise do Plástico no Brasil
Companhia Melhoramentos lança solução de celulose que se decompõe em 75 dias e reduz em até 43,5% a pegada de carbono, mirando a era pós-COP30
14.11.2025

O mercado publicitário e de consumo opera sob uma pressão crescente, enquanto o debate sobre sustentabilidade se acirra. No Brasil, essa equação tem um custo ambiental elevado: o país produz cerca de 7 milhões de toneladas de artefatos plásticos por ano, dos quais 44% são itens descartáveis de uso único, como embalagens, segundo a ONG Oceana. O problema é que, embora a produção de plástico siga em alta, o país recicla menos de 30% das embalagens pós-consumo, evidenciando uma falha sistêmica na gestão de resíduos que o setor de marketing e a indústria precisam enfrentar.
Diante dos debates globais na Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que urgem a redução do uso de recursos fósseis, a Melhoramentos — holding de capital aberto com atuação em base florestal renovável e editorial — apresenta uma alternativa de alto impacto: a Biona. Trata-se de uma embalagem compostável feita integralmente a partir de fibra de celulose de origem renovável.
A Biona não apenas substitui o plástico de uso único, mas redesenha o conceito de embalagem. Seu desenvolvimento considerou o ciclo de vida completo: da extração da madeira à decomposição, ela retorna à terra em até 75 dias, eliminando o conceito de "resíduo" do design de produtos. Essa é uma resposta regenerativa da Melhoramentos, unindo sua expertise florestal à inovação em materiais.
Menor Pegada de Carbono e Alta Performance
Produzida na nova fábrica da companhia em Camanducaia (MG), que recebeu um investimento inicial de R$ 40 milhões para uma capacidade de até 80 milhões de embalagens por ano, a Biona foi inicialmente desenvolvida para atender ao exigente setor alimentício.
O grande diferencial da embalagem é a comprovação científica de seu impacto ambiental. Um estudo da Planton, empresa B certificada, mensurou a pegada de carbono da Biona em apenas 0,02 kgCO₂e por unidade (embalagem de 350ml). Este resultado, seguindo as normas ISO e o GHG Protocol, é significativamente inferior aos concorrentes:
68% menos emissões que o polietileno.
59% menos emissões que embalagens de polpa moldada importadas.
43,5% menos emissões que o polipropileno.
A Biona possui tecnologia de barreira exclusiva e oferece alto desempenho térmico, sendo funcional do freezer ao forno (até 220 °C). Além de ser totalmente compostável, ela também pode ser reciclada junto ao papel, reforçando o conceito de design circular e lixo zero.
Para Rafael Gibini, CEO da Melhoramentos, a Biona é uma resposta concreta à urgência climática: “Em um momento em que a COP30 reforça a urgência de transformar possibilidades em ação, a Biona representa uma resposta concreta aos desafios ambientais que já estão diante de nós. Unimos nossa experiência em base florestal renovável com inovação em materiais para desenvolver uma solução de embalagem que é uma alternativa viável para substituir o plástico de uso único, com eficiência, competitividade e menor pegada de carbono ao longo da cadeia de valor.”
A adoção em larga escala promete ganhos ambientais expressivos. A substituição de apenas 1 milhão de bowls plásticos de 350 ml por embalagens Biona evita a emissão de 17,4 toneladas de CO₂, o equivalente ao consumo anual de energia de 145 residências.
Inspirada na máxima de que “todo lixo é um erro de design”, a Melhoramentos leva a Biona à COP30 como o símbolo de uma nova geração de embalagens no país, que une competitividade industrial, inovação e propósito ambiental, oferecendo ao mercado publicitário cases que inspiram consumo responsável e regenerativo.
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