Update Eagle 2026: NRF consolida inovação como execução imediata no varejo brasileiro
Especial Pós-NRF promovido pela Eagle reúne CEOs para debater o conceito “Next Now” e como a IA e a agilidade na execução se tornaram requisitos de sobrevivência
26.02.2026

A edição de 2026 da National Retail Federation (NRF), o maior evento de varejo do mundo, marcou o fim da era das promessas tecnológicas. Sob o lema “Next Now”, o evento deixou claro que a inovação não é mais um plano para o futuro, mas uma exigência operacional do presente. Para analisar esses impactos no mercado local, a Eagle promoveu o Update Eagle 2026 – Especial Pós-NRF, reunindo um seleto grupo de executivos para traduzir as tendências globais para a realidade brasileira.
O debate contou com a curadoria de líderes como Brenda Maia (CEO da Eagle), Daniel Zanco (Central do Varejo), João Marçola (Krispy Kreme Brasil), Fillipi Nobre (Livelo) e a arquiteta Bianca Murotani (GDesign).
IA: De Diferencial a Requisito de Eficiência O encontro destacou que a Inteligência Artificial (IA) atingiu a maturidade estrutural. Em 2026, as empresas não buscam mais entender "o que é a IA", mas sim como capacitar equipes e organizar dados para que a tecnologia suporte processos reais.
Foco em Execução: A inovação deixou de ser um projeto paralelo para integrar a operação principal.
Velocidade de Decisão: A competitividade agora é medida pela capacidade de transformar dados em ações rápidas. Como pontuou Daniel Zanco, o diferencial das empresas está em encurtar o ciclo entre informação e execução.
“A NRF mostrou que não estamos mais discutindo o que pode acontecer, mas o que já está acontecendo. A inovação passou a fazer parte da operação”, afirma Brenda Maia, CEO da Eagle.
A Ressignificação da Loja Física e das Comunidades Outro pilar central do Update Eagle foi a mudança na relação entre marca e consumidor. O valor não reside mais apenas no produto, mas na profundidade do vínculo estabelecido.
Comunidades: Marcas de sucesso em 2026 são aquelas que constroem relevância e conexão real ao longo do tempo, transformando clientes em membros de uma comunidade.
Loja como Destino: O ponto de venda físico deixou de ser puramente transacional. Para Bianca Murotani, a loja agora é um espaço de convivência e experiência sensorial que o digital não consegue replicar.
O Fator Humano e Estratégico Apesar da onipresença tecnológica, o consenso entre os executivos é que a tecnologia se tornará uma commodity — todos terão acesso a ela. O verdadeiro diferencial competitivo em 2026 será a clareza estratégica e a sensibilidade para interpretar o comportamento humano.
Para Fillipi Nobre, da Livelo, a tecnologia organiza o processo, mas é a capacidade de entender o contexto do consumidor que gera significado e fidelidade à marca. Com este evento, a Eagle reafirma seu papel como ponte entre as tendências globais e a execução prática no varejo nacional.
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