Vídeo multitelas e IA: Magnite aponta as tendências que redesenham a mídia programática em 2026
Com 90,5% dos domicílios brasileiros possuindo TVs conectadas, Rafael Pallarés, VP da Magnite, destaca como o streaming, a IA generativa e o DOOH estão integrando a jornada do consumidor
28.04.2026

O consumo de mídia no Brasil atingiu um novo patamar de conectividade em 2026. Dados do IBGE revelam que 90,5% dos domicílios possuem TVs conectadas e o consumo de vídeos já representa 88,5% dos acessos à internet. Diante desse cenário, Rafael Pallarés, vice-presidente de Enterprise Sales da Magnite, afirma que o ecossistema programático está migrando para um modelo focado em vídeo multitelas, onde a integração de dados e a inteligência artificial são fundamentais.
Abaixo, os cinco pilares destacados pelo executivo para as estratégias de mídia este ano:
- Vídeo multitelas no centro da estratégia
O vídeo consolidou-se como o eixo central da publicidade. Segundo a Magnite, cerca de 69 milhões de brasileiros consomem conteúdos suportados por anúncios em plataformas de streaming. A recomendação para as marcas é abandonar a simples réplica de formatos e investir em narrativas complementares que se adaptem ao contexto de cada tela (celular, TV ou tablet) em tempo real.
- Oportunidades no Live Streaming Com a proximidade da Copa do Mundo, o streaming ao vivo ganha relevância máxima. Esse formato exige tecnologias de alta precisão para a entrega de publicidade programática fluida e em tempo real, aproveitando os altos níveis de atenção da audiência durante eventos ao vivo.
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IA Generativa para PMEs A inteligência artificial está democratizando o acesso à TV e ao vídeo de alta qualidade. Ferramentas de IA generativa permitem que pequenas e médias empresas criem campanhas audiovisuais com orçamentos reduzidos e em tempo recorde. Além disso, a IA facilita o setup das campanhas, oferecendo recomendações que reduzem a complexidade técnica para novos anunciantes.
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Curadoria e Decisões Orientadas por Dados O mercado em 2026 prioriza transparência e qualidade. A curadoria de inventários e dados permite que compradores de mídia ultrapassem métricas básicas de alcance e foquem em KPIs de performance, como custo por conversão e métricas de atenção, automatizando acordos de mídia de forma mais inteligente.
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DOOH como Extensão do Vídeo O Digital Out-of-Home (DOOH) deixou de ser uma mídia isolada para se tornar uma extensão estratégica das campanhas de vídeo. Ao integrar telas urbanas à lógica narrativa digital, as marcas conseguem reforçar suas mensagens em momentos estratégicos da rotina do consumidor, aumentando a memorabilidade sem romper a coerência visual da campanha.
"As campanhas com maiores resultados em 2026 são as que apresentam melhor integração entre telas, dados e inteligência artificial", conclui Pallarés.
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