Nos últimos dias, o TechCrunch vasculhou alguns grupos do WhatsApp para compartilhamento de pornografia infantil após o relatório de duas ONGs israelenses. Ambas as instituições apontavam uma grande quantidade desse material na rede social.

As investigações tiveram início em julho deste ano após um homem ligar para uma das organizações dizendo ter visto pornografia pesada circulando na rede. Assim, a Screen Savers e a Netivei Reshe passaram a vasculhar o WhatsApp em busca de conteúdos do gênero. Até outubro, mais de 10 grupos de compartilhamento de pornografia infantil foram catalogados.

A maioria destes grupos não era difícil de ser encontrada, uma vez que grande parte deles estava listada em aplicativos de busca como Group Links for WhatsApp, agora já retirados pelo Google Play.

Um porta voz da compahia diz que, embora a pornografia adulta legal seja permitida, a plataforma baniu mais de 130 mil contas num período de 10 dias pela violação das políticas contra exploração infantil.

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