A Riot Games, desenvolvedora de um dos games do estilo MOBA mais famosos, League of Legends, iniciou as primeiras etapas do Campeonato Brasileiro de LoL (CBLOL) em janeiro de 2019.

Este ano o evento inaugura um novo formato, no qual todos os times jogam três vezes entre si na Fase de Pontos, em partidas únicas (MD1 – melhor de um), trazendo ainda mais competitividade, maiores chances de recuperação e dias de combate.

Carlos Antunes, diretor de E-sports da Riot Games no Brasil, comenta com o Adnews sobre as marcas envolvidas e expectativas para este ano. Confira abaixo na íntegra:

Como vocês vêem esses segmentos dos campeonatos digitais, ainda mais agora esses objetivos de 2019? O que vocês planejam para o CBLOL?

Uma coisa que é muito importante para a Riot quando falamos sobre o crescimento de e-sports e gerar um cena forte no Brasil, é conseguir também trazer novos parceiros. As marcas começam também a observar uma forma interessante de construir uma entrega de conteúdo e um novo relacionamento.Para nós é bem bacana ter essas marcas apoiadoras de e-sports, lifestyle digital e consumo de conteúdo.

Nossa busca para criar essas parcerias surge da necessidade de mostrar ao mercado que o segmento veio pra ficar. Por exemplo: a Gilette está conosco desde setembro do ano passado e continua firmemente ao nosso lado.

Sobre as marcas, você acha que elas conseguem engajar com a comunidade gamer?

Todas essas marcas já tem uma relação muito forte com o nosso público. A Gilette, por exemplo, é a marca que é sinônimo de categoria e de cuidados pessoais e já tem uma série de parcerias com o Neymar e Kaka. A empresa naturalmente já fala com o nosso público e que tem uma performance muito forte nos esportes em geral.

A RedBull por outro lado é uma marca de lifestyle que também investe muito em novos esportes, novas experiências, então também é uma marca muito relevante para o nosso público e reconhecido como tal pela qualidade de produção de conteúdo.

Uma coisa que é muito interessante para nós é a estratégia de trabalhar tanto com Gilette quanto com RedBull, pois sabemos qual é o território, qual o discurso que a marca quer e qual a experiência que ela quer prover… Trabalhamos em cima disso para realizar este CBLOL.

Inclusive a RedBull fez o RedBull Player One, pode me contar um pouco sobre este evento?

A RedBull tem umas coisas muito interessantes, como por exemplo o evento de X1, que tem possui outro formato com outras características. Tem o fato do RedBull Player One ser um torneio amador, então ela também está levando um pouco de experiência de esporte eletrônico para amador.
Em contrapartida, a Gilette faz a continuação da história, que é quando o amador vira profissional ou semi profissional. Então cada uma delas tem um território que faz parte desse cenário de e-sports.

O League of Legends tem um modo de jogo que é o X3, não tem nenhuma perspectiva de futuro para fazer campeonato brasileiro ou mundial sobre esse modo?

Para o cenário competitivo o nosso foco é trabalhar no X5, porque entendemos que aquele mapa e a natureza das partidas que acontecem nela são mais relevantes para entregar o espírito competitivo de uma partida profissional. O que não quer dizer que a gente não continue investindo em novos modos de jogo como a gente acabou de lançar o modo Blitz do Nexus.

Estamos sempre tentando buscar novas formas e gameplays para serem aceitos pela comunidade. Na nossa competição do ano passado do AllStars, por exemplo, inovamos em cima do modelo clássico do X1… Apresentamos o formato X2, inclusive com jogadores profissionais. Portanto estamos sempre buscando inovar.

 

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