GNT tecnologias da esperança

Novo documentário do GNT, “Tecnologias da Esperança”, fala sobre o futuro do trabalho

Filme tem locução de Fábio Porchat e Dani Calabresa, e é baseado no estudo homônimo, disponível na Plataforma Gente

Quais são os melhores caminhos para a construção de relações mais humanas, igualitárias e equilibradas com o nosso trabalho? É esta questão levantada pelo documentário “Tecnologias da Esperança”, que estreou no dia 20 de setembro, no YouTube do GNT e na Plataforma Gente, que contou com sete episódios. O projeto original do GNT, feito em parceria com a Inesplorato e produzido pela Usina, conta com a locução de Fábio Porchat e Dani Calabresa.

“No GNT, sempre buscamos abrir conversas sobre como nossa vida em sociedade e, nesse último ano, nossa relação com trabalho tem sido pauta constante. Estamos em um momento de transformações aceleradas, mas o documentário propõe uma pausa para olharmos o presente com mais afeto, propondo caminhos coletivos possíveis de um trabalho e de uma vida mais sustentável e saudável”, diz Iara Poppe, especialista de marketing e líder do projeto no GNT.

Foto: Divulgação/GNT

Parceria entre GNT e Plataforma Gente

Baseado no estudo homônimo disponível na Plataforma Gente, a produção conta com depoimentos de especialistas como o líder indígena e autor Ailton Krenak, a filósofa Katiuscia Ribeiro, a socióloga Ludmilla Abílio, o economista Sérgio Besserman,a arquiteta e escritora Joice Berth e a jornalista e ativista Monique Evelle, que discutem as dinâmicas históricas e atuais em relação ao trabalho e ajudam a apresentar as Tecnologias da Esperança. Tecnologias que vão além do universo digital, mas que são caminhos, soluções, ferramentas já existentes e que visam a construção de um futuro coletivo desejável. Que ajudam a reeducar o olhar sobre o emprego e trabalho na sociedade contemporânea, de forma mais afetiva, reparadora e sustentável.

“Se pensarmos em outros caminhos, podemos mudar a relação que temos com o trabalho para que ele seja um espaço de libertação e de criatividade. A tecnologia pode ser utilizada para promover a igualdade e não a desigualdade e para promover melhores condições de vida”, comenta a socióloga Ludmilla.

No filme, seis personagens representam, cada um, uma das tecnologias. A Tecnologia Solidária, que têm no cooperativismo a forma do trabalhador se reconectar com o fruto do seu ofício, é personificada na figura da Nelsa Nespolo, criadora da Cooperativa Têxtil Justa Trama, a maior cadeia produtiva no segmento de confecção da economia solidária. Já a Tecnologia Periférica mostra inovações da quebrara para a quebrada, por meio de Thiago Vinicius, criador do Banco Comunitário União Sampaio, instituição na qual os funcionários são integrantes da comunidade local, e que gerou uma onda de empreendedorismo em São Paulo.

Para exemplificar Capitalismo das Partes Interessadas, que considera que gênero, raça, classe e a luta por mais equidade precisam estar diretamente ligadas às decisões de negócio, o documentário traz Paulo Rogério, nascido na periferia de Salvador e um dos criadores da Aceleradora Vale do Dendê, uma holding social criada para fomentar ecossistemas voltados para o futuro, com foco na diversidade. Ele também foi um dos 11 líderes escolhidos para um encontro privado, em São Paulo, com o ex-presidente Barack Obama, que logo depois o convidou para fazer a palestra de abertura no primeiro evento internacional da Obama Foundation, em Chicago.

O Algoritmos para Pessoas, procura visibilizar e combater práticas injustas do mundo real replicadas no mundo digital e é representado por Vicente Carvalho, o fundador da plataforma Razões para Acreditar, que hoje se tornou uma empresa que faz projetos com marcas parceiras, para levar inspiração e contar boas histórias transformadoras.

Também participa do filme Carmem Virgínia, que personifica a Tecnologia Ancestral. Tecnologia que ajuda a combater a manutenção do racismo, e inspira a sociedade através de filosofias africanas e conhecimentos contra-hegemônicos. Encarregada desde a infância de preparar toda a alimentação que envolve os rituais do candomblé em um terreiro no Recife, Carmem, como Iabassê, traz o recorte da alimentação para essa tecnologia. A personagem também foi jurada do Cozinheiros em Ação, do GNT, de 2017 a 2019.

E, para representar o Bem-Viver, termo que vem ganhando popularidade para designar uma nova era geológica, aprendendo com os povos originários e renovando a relação com do GNT com o planeta, o público pode conferir o dia a dia do Reinaldo José, professor na Associação Comunitária Monte Azul, uma ONG com programas de educação, assistência social, cultura, saúde e meio ambiente, atuando em comunidades de alta vulnerabilidade social na zona sul da capital paulista.

“Debates como esses do documentário são tão importantes para o GNT enquanto marca e também para a gente, uma vez que trabalho e vida pessoal quase não tem mais fronteira. As provocações e soluções são inspirações para gente e, esperamos que para mais e mais pessoas” – conclui Fabiana Gabriel, gerente de marketing e digital do GNT.

“Tecnologias da Esperança”

Confira abaixo o primeiro episódio do “Tecnologias da Esperança”, e assista os demais episódios no YouTube do GNT e na Plataforma Gente.

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