10 marcas que mudaram o mundo, segundo o Adweek

Site lista exemplos que não só mudaram os hábitos de consumo, mas determinaram quem as pessoas são

O Adweek resolveu elencar 10 marcas que mudaram o mundo. Segundo a matéria escrita por Robert Klara, as marcas citadas não se limitam a influenciar os hábitos de consumo das pessoas, mas determinam quem elas são.

A seleção vai desde o fast food ao mundo da moda, além de citar um smartphone, um cartão de crédito, uma rede social, entre outros. Todos são nomes conhecidos mundialmente.

Apenas um adendo: convenhamos, Adweek, onde estão Nike, Coca-Cola, Microsoft e Google nesta lista?

Confira:

10 – Amazon

Para o Adweek, a Amazon está na lista porque, assim como mostra seu nome, vende tudo, de "A" a "Z". Jeff Bezos criou a plataforma onde tudo pode ser encontrado. Precisa de um cortador de grama? Uma aspirina? Uma roupa para o seu cão? Que tal um e-book e um Kindle (da própria Amazon) para lê-lo?

A Amazon simplesmente domina o reinado do e-commerce mundial. São 35 pedidos de compras por segundo e uma presença em 14 países. Se o site para 49 minutos, como já aconteceu este ano, as perdas chegam a US$ 6 milhões.

A Amazon irá mudar o hábito de compras do mundo? Bezos responde: "É difícil encontrar algo o qual não possa ser vendido online."

9 – Facebook

Um em cada 13 seres humanos ao redor do globo possui um perfil no Facebook. São 650 milhões de usuários ativos que mudaram a maneira como se socializam, marcam encontros, fazem compras e, em resumo, vivem.

A rede criada por Mark Zuckerberg possui, aproximadamente, 15 milhões de empresas aproveitando a plataforma para promoverem seus produtos. Recentemente, a rede anunciou que há 1 milhão de anunciantes ativos.

Um milhão de links são compartilhados a cada 20 minutos. Zuckerberg costuma dizer que a rede foi concebida para, acima de tudo, conectar pessoas. Já é possível dizer que ele obteve sucesso neste aspecto, já que o Facebook reduziu os famosos 6 graus de separação para 4,74. Estamos mais próximos uns dos outros.

8 – Gap

Nos anos 60, Don Fisher, frustrado com as lojas da época, decidiu abrir a The Gap, onde Jeans eram vendidos a US$ 7.

A rede abriu mercado e modificou a maneira como as grandes varejistas se relacionam com os consumidores. A empresa possui uma receita de US$ 16,2 bilhões. Hoje, qualquer um com alguns dólares pode encontrar algo da marca para vestir em mais de 90 países.

7 – HBO

"Não é TV. É HBO", diz o lema de um dos canais a cabo mais inovadores da história. O Home Box Office nasceu em 1972 e três anos depois apostou numa luta para angariar novos assinantes. A batalha conhecida como "Thrilla in Manila", quando Muhammad Ali enfrentou Joe Frazier durante 14 longos rounds, foi a deixa para a HBO entrar na lista de desejo dos assinantes.

Em 1982, 9 milhões de pessoas já assinavam o canal. O número subiu para 13 milhões em 83.

Apesar do videocassete, pay-per-view e internet, o canal segue produzindo séries clássicas como Sex and the City, The Sopranos e, recentemente, a já clássica Game of Thrones.

Isso sem falar nos filmes originais como Behind the Candelabra.

Hoje, são 114 milhões de assinantes mundo afora.

6 – McDonald's

O McDonald's emprega mais de 1,8 milhão de pessoas em 119 países. A rede é tão importante para o comércio mundial que a The Economist valoriza moedas estrangeiras fazendo relação direta com o preço de um Big Mac.

Isto sem falar na cultura da rede. Dizem que Ronald McDonald é a segunda figura mais reconhecida pelas crianças, perdendo apenas para o Papai Noel. Aliás, o primeiro McDonald russo (inaugurado em Moscou, em 1990) teria ajudado a acabar com a Guerra Fria. Casais de Hong Kong escolhem lanchonetes da rede para se casarem.

São 34 mil estabelecimentos em todo o mundo. Você pode não amar muito tudo isso, mas é inegável que o Mc mudou a vida das pessoas.

5 – Starbucks

Starbucks é uma praga. Nos Estados Unidos, especificamente em Nova York, das 124 lanchonetes, 68 estão dentro de dois quarteirões uma da outra.

Mas não se engane, é fora dos EUA que está a maior presença da rede, que conta com 11 mil lojas na terra do Tio Sam e 17.500 espalhadas em 61 países, incluindo o Brasil.

É café para ninguém botar defeito. Em 2012, foram mais de US$ 13 bilhões em vendas.

A Starbucks levou o hábito de tomar um cafezinho a outro nível. A rede consegue, pasme, que brasileiros paguem a bagatela de R$ 3,80 num expresso.

4 – iPhone

Em 9 de janeiro de 2007, o fundador da Apple, Steve Jobs, mudou o mundo. Foi nesta data que o saudoso executivo anunciou o iPhone, o smartphone que deixou o planeta mais conectado.

A Apple já vendeu mais de 380 milhões de unidades do aparelho.

Alguns dizem que a empresa conseguiu criar o dispositivo que junta todas as plataformas.

Como disse a Time certa vez, o iPhone é o telefone que mudou os telefones para sempre.

3 – Visa

Visa ensinou ao mundo que comprar "com plástico" pode ser uma boa pedida. Poucos sabem, mas ele é o primeiro cartão de crédito criado no mundo. O que ocorre é que a marca Visa só nasceu nos anos 70, quando o cartão, então de nome "BankAmericard", foi descontinuado. O objetivo era tornar a marca mais global.

Só nos EUA, são 278 milhões de cartões em circulação. No resto do mundo, são 522 milhões.

E o mundo físico não é mais limite para eles. Mais de 30 mil pagamentos são computados por segundo na rede VisaNet.

2 – Viagra

Entre 20 milhões de homens, mais de 18 milhões irão sofrer uma experiência de disfunção erétil. Antes de 1998, este era um problema quase sem solução. Foi quando cientistas da Pfizer criaram o Viagra.

A droga rende até US$ 2 bilhões/ano para o laboratório que a criou. É o remédio mais falsificado do planeta.

Virou até sinônimo de cura 100% eficaz. Vira e mexe, alguém anuncia "o viagra do" e cita algum problema recorrente na humanidade.

1 – Walmart

Fundada em 1962, o Walmart prometia algo simples "os preços mais baixos, a qualquer hora, em qualquer lugar!". E a rede realmente entregava o que prometia.

Hoje, são mais de 200 milhões de atendimentos por semana, em mais de 10.800 lojas de 69 bandeiras em 27 países.

A rede emprega 2,2 milhões de funcionários ao redor do mundo. Em 2012, o faturamento alcançou o número de US$ 466,7 bilhões.

Para o Adweek, não há força no varejo global mais poderosa que o Walmart. O escritor Jarod Kintz resumiu bem: "Como 'Alexandre, o Grande' e César, eu estou pronto para conquistar o mundo. Mas primeiro eu tenho que parar no Walmart e pegar alguns suprimentos."

Redação Adnews

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