Nesta última semana, (5), a empresa de publicidade que representava a Nivea cortou laços com a marca depois que um executivo da empresa fez um comentário homofóbico: “Nós não apoiamos homossexuais na Nivea”. 

O comentário foi feito por um funcionário sênior durante uma teleconferência com a empresa de publicidade FCB, e uma das pessoas na equipe conversando com a marca era homossexual.

A resposta veio logo após a FCB propor um anúncio de cuidados com dois homens tocando as mãos. Carter Murray, CEO da FCB, afirmou que “escolhas difíceis levaram a agência a seguir um caminho diferente, embora ele não tenha abordado abertamente o comentário homofóbico”.

Apesar da Nivea representar 1% da receita do FCB, o contrato entre as duas empresas não será renovado e expirará no final de 2019 e Murray está confiante de que a agência será capaz de compensar a perda em 2020.

A empresa proprietária da Nivea, a Beiersdorf AG, também abordou a controvérsia, e declarou que tem “tolerância zero para a discriminação” e está altamente comprometida com “diversidade, respeito mútuo e oportunidades iguais”.

A ação da Nivea também fez os usuários das redes sociais se registrarem jogando fora seus produtos da marca e proclamando um boicote. Um usuário do Twitter, por exemplo, compartilhou uma foto de sua loção no lixo, com a legenda: “Nivea não apoia gay? Eu não apoio a Nivea”.

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